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Não é frescura: ciência confirma que carros elétricos enganam o cérebro humano e revela o motivo exato do mal-estar

Ausência de sinais sonoros, aceleração contínua e frenagem regenerativa quebram a previsibilidade do movimento e confundem o cérebro

1 fev 2026 - 13h19
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Foto: Xataka

Você já se sentiu enjoado em carros elétricos, enquanto viagens em veículos a combustão não te trazem esse desconforto? A sensação, exposta com frequência por passageiros de modelos como Tesla e outros veículos elétricos, não é apenas uma impressão pessoal, mas um fato comprovado pela ciência.

Segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), a venda de carros elétricos e híbridos no Brasil cresceu 26% em relação ao ano de 2024. Com essa popularização acelerada dos veículos elétricos, pesquisadores começaram a notar um padrão: o enjoo é mais comum nesses modelos do que em carros a gasolina ou diesel. O mais surpreendente é que as pesquisas apontam que o problema não está no estômago, como a grande maioria pensa, e sim no cérebro, que tem dificuldade em interpretar os sinais de movimento desse novo tipo de veículo.

O cérebro gosta de previsibilidade, mas carros elétricos confundem o que eles já sabem

Em relação aos carros à combustão, os carros elétricos começaram a rodar pelas ruas mais recentes, e isso tem tudo a ver com o enjoo sentido pela grande maioria das pessoas dentro do veículo. Isso porque, durante a maior parte da vida, motoristas e passageiros aprendem, sem perceber, a "ler" o movimento de um carro a combustão. O som do motor aumentando, a vibração do veículo e até o movimento na troca de marchas já são conhecidos e funcionam como avisos antecipados de aceleração ou frenagem. É como se o cérebro usasse esses sinais para prever o que vai acontecer a ...

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Xataka
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