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Aliança entre Apple e Alibaba impulsionam ações da gigante chinesa

Apple deve usar recursos da Alibaba para lançar o Apple Intelligence na China, o que é considerado essencial para a sucesso dos novos dispositivos da marca no país

12 fev 2025 - 12h50
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As ações do Alibaba Group, dona do AliExpress e do braço tecnológico da empresa Alibaba Cloud, subiram até 8,6% depois que as notícias sobre o possível fornecimento de base para a inteligência artificial (IA) da Apple na China foram divulgadas.

Os papeis da gigante chinesa registraram sua maior alta desde setembro, quando, ao citar uma fonte interna, o site especializado The Information disse que Apple e Alibaba submeteram recursos de IA para aprovação do regulador da rede de internet chinês. A Baidu, por vezes considerada o equivalente ao Google no país, caiu quase 3% na bolsa de Hong Kong.

Conquistar um espaço no iPhone para sua IA, por si só, já representaria avanço importante para o Alibaba, cujos modelos recentes tiveram bom desempenho em testes globais de referência. A principal tecnologia da gigante é o Qwen, uma família de modelos de código aberto focado em programação.

Em janeiro, o Alibaba lançou uma atualização que, segundo a empresa, tornava o Qwen capaz de superar a DeepSeek e outros concorrentes do setor, como o Llama, da Meta. O upgrade se chama Qwen 2.5 Max e "alcança desempenho competitivo em relação aos modelos de primeira linha" afirmou a companhia.

A gigante americana ainda não anunciou um parceiro de longo prazo para seus dispositivos na China. Enquanto isso se arrasta, um acordo feito entre a Apple e a OpenAI colocou o ChatGPT nos novos iPhones.

Por enquanto, o Apple Intelligence não funciona em dispositivos comprados na China, onde o acesso à OpenAI é restrito. Os reguladores chineses exigem que as empresas obtenham aprovação antes de lançar serviços de IA generativa no país, e até agora nenhum grande serviço dos Estados Unidos conseguiu aprovação de Pequim.

É importante para a gigante americana acertar o lançamento de sua ferramenta de IA antes da estreia do novo iPhone SE, o modelo "barato" que historicamente impulsiona as vendas tanto na China quando na Índia, dois mercados considerados essenciais para as meras da empresa.

O lançamento do novo dispositivo da Apple deve acontecer em fevereiro, segundo fontes ouvidas pela Bloomberg. A ideia é que a empresa seja discreta e não faça um megaevento para anunciar o dispositivo.

Já foi provado que parcerias que envolvem a Apple costumam ser vantajosas para todos os lados. O mesmo aconteceu quando um novo Apple Watch foi anunciado. Com dois recursos inéditos, os relógios da marca vão enviar mensagens por satélite e detecção de hipertensão. Essa notícia fez as ações da GlobalStar, provedora de satélites, subirem 15%.

Também na planilha da Apple está um novo iPad gigante que dobra, segundo Mark Gurman, da Bloomberg. Em suma, a empresa de Tim Cook estaria planejando um tablet que, quando aberto, fica do tamanho de dois iPads Pro lado a lado. Ou seja: 26 polegadas de tela em um painel dobrável.

O desenvolvimento de um aparelho dobrável está na mira da gigante sediada em Cupertino, na Califórnia, há algum tempo. Existem rumores de que um iPhone fold ou flip seja anunciado em breve.

Lançar um modelo do gênero confirma a tese de que a Apple está focada em colocar essa tecnologia em seus dispositivos de ponta. Nesse sentido, houve progresso na Apple: protótipos deste novo produto dentro do grupo de design industrial da gigante têm vinco - quase - invisível e a empresa quer lança algo no mercado em 2028.

Estadão
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