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A arma voadora de bilhões de dólares: o bombardeiro invisível dos EUA que atacou o Irã e apavora o mundo

É um dos projetos militares mais caros já construídos

3 mar 2026 - 09h27
(atualizado às 21h57)
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Foto: Xataka

Quando se fala em poder aéreo capaz de atravessar defesas sem ser detectado, um nome costuma aparecer primeiro: o Northrop Grumman B-2 Spirit. Conhecido como "bombardeiro invisível", ele é um dos projetos militares mais caros e sofisticados já construídos.

Desenvolvido no fim da Guerra Fria para penetrar o espaço aéreo da União Soviética, o B-2 foi pensado para algo específico: entrar, atacar alvos estratégicos — inclusive nucleares — e sair sem aparecer nos radares. Seu design em formato de asa voadora reduz drasticamente a assinatura de radar, tornando-o extremamente difícil de detectar.

Apenas 21 unidades foram produzidas entre 1987 e 2000. Cada aeronave custou centenas de milhões de dólares, e o programa completo alcançou cifras bilionárias. Hoje, cerca de 20 permanecem em operação na Força Aérea dos Estados Unidos, com previsão de uso até 2058.

Uma das maiores ameaças modernas

O B-2 pode voar mais de 11 mil quilômetros sem reabastecimento e atingir cerca de 15 mil metros de altitude. Com reabastecimento aéreo, o alcance praticamente dobra. Ele transporta até 18 toneladas de armamentos em baias internas, o que preserva sua furtividade.

Originalmente projetado para bombas nucleares como as B61 e B83, o modelo foi adaptado após o fim da Guerra Fria para missões convencionais de precisão. Ele já foi utilizado em conflitos como Kosovo, Iraque, Afeganistão, Líbia e agora, mais recentemente no ataque ao Irã. 

Sua combinação de alcance global, capacidade de ataque estratégico...

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