Mulher de 35 anos perde capacidade de andar e falar após diagnóstico de doença neurológica rara

Romena que vive no Reino Unido relatou que os primeiros sintomas surgiram em 2021

31 mai 2026 - 17h02
(atualizado às 17h29)
A romena Alexandra Apalaghiei, de 35 anos, está perdendo gradualmente a capacidade de andar e falar após ser diagnosticada com esclerose lateral amiotrófica (ELA)
A romena Alexandra Apalaghiei, de 35 anos, está perdendo gradualmente a capacidade de andar e falar após ser diagnosticada com esclerose lateral amiotrófica (ELA)
Foto: Reprodução/Daily Mail

A romena Alexandra Apalaghiei, de 35 anos, está perdendo gradualmente a capacidade de andar e falar após ser diagnosticada com esclerose lateral amiotrófica (ELA), uma forma de doença do neurônio motor (MND, na sigla em inglês). O caso foi relatado pelo jornal britânico Daily Mail.

Moradora de Londres desde 2015, Alexandra trabalhava na equipe de eventos de um hotel cinco estrelas e levava uma vida considerada normal. Mãe de um menino, ela havia acabado de entrar nessa nova fase da vida quando começou a apresentar os primeiros sintomas da doença, segundo o jornal.

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De acordo com o Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido (NHS), a doença do neurônio motor é uma condição rara que afeta células nervosas responsáveis pelos movimentos voluntários do corpo. A enfermidade provoca perda progressiva da força muscular, dificuldades para caminhar, falar e engolir.

A causa exata ainda não é conhecida na maioria dos casos. Embora seja mais comum entre pessoas na faixa dos 60 e 70 anos, a doença pode atingir adultos de qualquer idade. Atualmente, não existe cura para a condição, e os tratamentos disponíveis buscam retardar a progressão dos sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Segundo relato ao Daily Mail, os primeiros sinais surgiram em novembro de 2021, quando tinha apenas 31 anos. Ela passou a acordar com rigidez intensa pelo corpo. Meses depois, começou a sentir dores profundas no ombro esquerdo e uma sensação de peso anormal no braço.

Após consultas e exames, ela foi submetida, em dezembro de 2022, a testes neurológicos específicos, incluindo eletroneuromiografia. O diagnóstico de esclerose lateral amiotrófica foi confirmado por um neurologista em abril de 2023.

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"Eu tive um colapso quando cheguei em casa", afirmou Alexandra ao jornal britânico ao relembrar o momento em que recebeu a notícia sobre a doença e seu prognóstico.

Atualmente, ela utiliza um andador dentro de casa e cadeira de rodas para se locomover em ambientes externos. Segundo o relato, a perda de equilíbrio tornou as quedas frequentes, e ela já não consegue realizar tarefas domésticas sem ajuda. O parceiro assumiu grande parte dos cuidados com ela e com o filho do casal.

Sem conseguir continuar trabalhando, Alexandra e a família criaram uma campanha de arrecadação para custear despesas médicas, equipamentos de mobilidade e cuidados adicionais em casa.

Fonte: Portal Terra
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