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Planos de saúde têm novas coberturas obrigatórias para DIU hormonal, remédios e exames

Determinação da ANS inclui tratamento para endometriose, medicamentos imunobiológicos e elastografia hepática

22 set 2026 - 09h42
(atualizado às 09h49)
Resumo
A ANS incluiu novas coberturas obrigatórias em planos de saúde, abrangendo DIU hormonal para endometriose, medicamentos imunobiológicos e elastografia hepática, com vigência a partir de 1º de outubro.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) determinou a inclusão e a atualização de procedimentos, exames e medicamentos de cobertura obrigatória pelas operadoras de planos de saúde. A medida foi publicada nesta terça-feira (22), no Diário Oficial da União.

Imagem gerada por Inteligência Artificial, que não tem o objetivo de refletir ou retratar situações reais.
Imagem gerada por Inteligência Artificial, que não tem o objetivo de refletir ou retratar situações reais.
Foto: Imagem: gerada por IA / Portal Terra / TerrAI

A nova regulamentação passa a vigorar em 1º de outubro em todo o território nacional, alterando os anexos da norma que estabelece o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde.

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Entre as principais mudanças operacionais, o implante de Dispositivo Intrauterino (DIU) hormonal passa a ter diretriz específica de utilização, com fornecimento obrigatório do dispositivo. A formulação das regras atende às diretrizes de incorporação de tecnologias em saúde previstas na legislação do setor e no Sistema Único de Saúde (SUS).

Os documentos integrais e anexos técnicos que orientam o atendimento aos beneficiários foram disponibilizados no site da ANS.

Quais são as regras para o DIU hormonal?

O procedimento passa a ser garantido para pacientes com diagnóstico de endometriose que apresentem contraindicação ou não adesão aos contraceptivos orais combinados. O atendimento também cobre beneficiárias com indicações clínicas estabelecidas na bula registrada perante a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Quais medicamentos passam a ser cobertos?

O Adalimumabe passa a ser fornecido para crianças a partir de 2 anos e adolescentes com uveíte não infecciosa ativa. O medicamento Rituximabe foi incorporado para a terapia de manutenção contra a vasculite associada a anticorpos anti-citoplasma de neutrófilos (ANCA), enquanto a Anfotericina B lipossomal passa a cobrir casos de leishmaniose visceral em regime ambulatorial.

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Qual exame foi adicionado ao rol?

A elastografia hepática ultrassônica passa a ter custeio obrigatório para pessoas diagnosticadas com colangite biliar primária que possuam suspeita ou quadro confirmado de fibrose ou cirrose no fígado.

Texto gerado com ajuda de Inteligência Artificial e editado pelo nosso time de jornalistas.
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