Os passeios aquáticos ocupam hoje o posto de principal tendência de lazer para as famílias brasileiras. Pais e filhos buscam o contato direto com o mar, rios e represas para criar memórias afetivas e vivenciar destinos turísticos com maior presença da natureza. No entanto, em meio ao entusiasmo das viagens, os cuidados com as crianças precisam ser o ponto de partida de qualquer roteiro.
Dicas de segurança infantil na água
A instrutora de navegação e embaixadora da Sea-Doo, Ana Paula Paz, destaca que a orientação correta e o uso de equipamentos adequados são a base de uma experiência protegida. O colete salva-vidas, por exemplo, é o item mais importante. Ele deve ser obrigatoriamente compatível com o peso e a idade da criança. Além disso, deve estar perfeitamente ajustado ao corpo para cumprir sua função em caso de necessidade.
O planejamento logístico também exige que os responsáveis avaliem as condições climáticas antes de sair. O ideal é escolher períodos de águas calmas, que evitem solavancos excessivos. Ademais, durante o passeios, seja em barcos ou banana boat, o condutor deve manter a velocidade moderada para priorizar o conforto dos passageiros mirins, mantendo-os sob supervisão constante de um adulto atento. Segundo a especialista, quando a família respeita esses cuidados fundamentais, a atividade "se transforma em um momento de conexão e memória afetiva".
Especialista indica atividade de lazer
Para quem tem preferência pelos passeios aquáticos com total tranquilidade, as EAMAs (Experiências Aquáticas Motoras Assistidas) surgem como uma das mais indicadas. Segundo as orientações da profissional, esse modelo garante que o passeio ocorra sob a supervisão de especialistas treinados, utilizando rotas pré-definidas e equipamentos em perfeito estado de conservação.
As famílias que optam pelo uso de motos aquáticas, contudo, devem seguir as regras de segurança ainda mais específicas. Ana Paula Paz ressalta que a criança deve ter pelo menos 7 anos completos para embarcar. Além da idade, existe um critério físico essencial: o pequeno precisa alcançar os pés na plataforma do veículo. Esse posicionamento garante a estabilidade necessária durante o trajeto e evita quedas ou desequilíbrios.
*Texto feito em parceria com a Agência AMB Com