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Conheça Batanga, o reino fictício de A Nobreza do Amor

Nova trama das seis promete inovar com reino africano de belas paisagens

20 fev 2026 - 16h42

O palco da novela das seis será o reino fictício africano, colônia portuguesa liberta e conduzida pela mineração de tungstênio

Em uma mistura de épico-histórico com o clássico melodrama das seis, a TV Globo se prepara para abrir as cortinas de Batanga. Este será o reino africano que servirá de palco para A Nobreza do Amor. Com estreia marcada para 16 de março, a trama assinada por Duca Rachid, Júlio Fischer e Elísio Lopes Jr. promete entregar uma verdadeira celebração da estética e da força da costa ocidental da África.

Globo/Estevam Avellar
Globo/Estevam Avellar
Foto: Revista Malu

O reino e seus conflitos  

Localizado em um ponto estratégico do continente, Batanga é um símbolo de resistência e beleza exuberante. Antiga colônia portuguesa, o reino conquistou sua liberdade no final do século XIX. Seus soberanos são Cayman II (Welket Bungué) e da rainha Niara (Érika Januza).

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O ator Welket Bungué, que dá vida ao rei Cayman II, define o reino como uma narrativa "transversal". A cenografia e o figurino refletem a diversidade das Áfricas por meio de muitos símbolos, esculturas, trajes e uma geografia que foge do que estamos acostumados a ver. É um estado soberano que, após conquistar sua liberdade, reergueu-se com orgulho — e sofisticação.

Minério e dinastia

O coração econômico de Batanga está centralizado na mineração. O reino é detentor de vastas reservas de tungstênio, metal que sustenta a nobreza e atrai o olhar de potências globais. Essa riqueza não serve apenas ao comércio, como molda toda a hierarquia social do espaço, onde a tradição dos guerreiros precisa conviver com a astúcia de negociantes internacionais, como os ingleses e os turcos, que circulam pela corte em busca de acordos comerciais. 

No topo dessa pirâmide social está a dinastia de Cayman II e da rainha Niara, governada sob a proteção suprema da ancestralidade. Além disso, a vida no palácio é pautada por rituais e pela sabedoria de figuras como Oruka (Vado), o zelador do oráculo, cujas revelações guiam cada passo da família real. 

A Nobreza do Amor parece ter considerado um recado do público: queremos ancestralidade com aventura. Como define Érika Januza, "a novela une a herança africana à cultura nordestina em uma conexão que promete emocionar."

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