Seu cérebro guarda insultos por 20 anos, mas esquece os elogios em 30 dias

Não estamos falando de energia negativa; é algo que perdura em nossa mente, e ficamos lembrando por muito mais tempo que algo positivo

11 fev 2026 - 17h23

Já reparou que os insultos têm muito mais peso do que os elogios? E não estamos falando de energia negativa, pois é algo que perdura em nosso cérebro, e ficamos lembrando por muito mais tempo que algo positivo que tenhamos ouvido. Os neurocientistas decidiram estudar este assunto e descobriram algo chocante. Confira:

Já reparou que os insultos têm muito mais peso do que os elogios? A resposta para isso está no nosso cérebro; entenda porque
Já reparou que os insultos têm muito mais peso do que os elogios? A resposta para isso está no nosso cérebro; entenda porque
Foto: depositphotos.com / IgorVetushko / Bons Fluidos

Cérebro guarda insultos por muito mais tempo que elogios

A explicação para isso está nos nossos antepassados. Pois, da mesma forma que nosso corpo tem dificuldades de emagrecer, por exemplo, - pois precisava guardar energia - ele também armazena informações que podem ser uma ameaça, para, assim, se proteger nas próximas vezes. É como se ele tivesse a função de montar uma lista de aprendizados. E isso tem até nome: Viés da Negatividade.

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Mais especificamente, ocorre a liberação de substâncias que geram medo e estresse em nós, pois fomos afetados de uma forma negativa ao ouvirmos um insulto. Consequentemente, a memória fica registrada por até 20 anos. E o mesmo não acontece com elogios, pois esta reação química não acontece, fazendo com que esqueçamos deles dentro de 30 dias.

Seres humanos não foram feitos para correr, diz Harvard

Uma ideia curiosa atribuída a um pesquisador da Universidade de Harvard voltou a circular nas redes e reacendeu uma discussão antiga: será que nosso corpo realmente nasceu para correr longas distâncias?

Segundo Daniel E. Lieberman, paleoantropólogo e professor da instituição, a resposta pode surpreender. Para ele, os seres humanos não evoluíram com o objetivo de praticar exercícios da forma como entendemos hoje - e sim para economizar energia sempre que possível. A provocação chama atenção justamente por ir na contramão da cultura fitness moderna, que muitas vezes trata o movimento constante como obrigação.  e leia a matéria completa.

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