Com riscos do PMMA em pauta, a especialista Thaine Malinowski destaca opções seguras como bioestimuladores de colágeno e ácido hialurônico. Esses tratamentos oferecem resultados confiáveis e personalizados quando realizados por profissionais qualificados. Segurança sempre deve ser prioridade nos cuidados estéticos! 💉✨
Especialista explica quais substâncias possuem respaldo científico e como escolher tratamentos com mais segurança
Discussões recentes sobre os riscos associados ao PMMA (polimetilmetacrilato) trouxeram o debate de volta ao centro das atenções, já que diversos países proíbem a substância para fins estéticos e o Brasil restringe seu uso. Diante desse cenário, cresce a busca por alternativas mais seguras para quem deseja melhorar o contorno corporal e facial sem comprometer a saúde.
A especialista em harmonização corporal Thaine Malinowski afirma que os profissionais devem escolher o produto utilizado em qualquer procedimento com base em critérios científicos, segurança e acompanhamento qualificado.
"O principal ponto é entender que nem tudo o que oferece volume ou preenchimento apresenta o mesmo perfil de segurança, como é o caso do PMMA. Hoje existem tecnologias e substâncias desenvolvidas especificamente para fins estéticos, com maior previsibilidade de resultados e possibilidade de acompanhamento ao longo do tempo", explica.
O que realmente funciona
Entre as opções mais utilizadas atualmente estão os bioestimuladores de colágeno e o ácido hialurônico, substâncias aprovadas para uso estético e amplamente estudadas. Os bioestimuladores atuam estimulando a produção natural de colágeno pelo organismo, promovendo melhora gradual da firmeza e da qualidade da pele. O ácido hialurônico atua em diferentes regiões do corpo e da face, proporcionando volume e definição de forma controlada.
Outro diferencial dessas alternativas é a possibilidade de planejamento individualizado. Cada paciente passa por uma avaliação detalhada para que o profissional identifique as melhores estratégias de tratamento de acordo com suas características anatômicas, objetivos e histórico de saúde.
"Não existe solução única para todos os casos. O resultado seguro e harmonioso depende de uma análise criteriosa, da escolha adequada dos produtos e da experiência do profissional responsável pelo procedimento", destaca Thaine.
A especialista reforça que apenas profissionais habilitados devem realizar procedimentos estéticos em ambientes que sigam protocolos rigorosos de segurança.
"Antes de qualquer decisão, o paciente precisa buscar informações confiáveis, verificar a qualificação do profissional e entender exatamente quais substâncias serão utilizadas. Segurança sempre deve vir antes de qualquer tendência estética", conclui Thaine Malinowski.