A pneumonia também afeta os cães; saiba como tratar

Conheça os fatores que podem desencadear uma pneumonia nos cães e saiba como agir para cuidar deste problema

9 mai 2014 - 08h49
(atualizado às 08h49)
Foto: Getty Images

Há uma série de doenças bastante comuns entre os seres humanos que também podem afetar o mundo dos cães, e tanto a gripe como a temida pneumonia fazem parte deste grupo. Podendo deixar o animal acometido extremamente debilitado, a pneumonia em cães é uma ocorrência que envolve grandes riscos de vida e, por isso, deve ser tratada com a maior agilidade possível quando se manifesta – aumentando as chances de recuperação do cachorro doente.

Ocorrendo, principalmente, em função de outras doenças consideradas mais ‘simples’, a pneumonia em cachorros pode ser confundida com uma gripe com certa facilidade, e cabe aos donos de pets caninos ficar de olho nos principais sinais apresentados pelo animal – podendo, desta forma, identificar a presença de uma doença mais grave e levar o pet para se consultar com um médico veterinário.

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Embora apareça mais comumente como consequência de complicações menos agressivas e que também provocam uma baixa na imunidade do animal, a pneumonia também pode se manifestar em cães que tenham sido contaminados por bactérias, vírus, fungos ou protozoários – inflamando os brônquios e os pulmões do cachorro, já que a principal porta de entrada desta temida doença está no trato respiratório do animal.

Algumas doenças bastante conhecidas no mundo canino se destacam entre os fatores que podem ajudar no desenvolvimento de uma pneumonia, como a cinomose e a tosse dos canis – portanto, estar sempre bem informado sobre os sintomas e as complicações que podem afetar os cães é fundamental para que se possam evitar problemas de saúde maiores na vida dos pets.

Além do conjunto de itens exposto anteriormente, fatores como má alimentação, idade avançada e até o porte do cachorro também podem influenciar no aparecimento da pneumonia, sendo que os cães de pequeno porte e de raças como Yorkshire Terrier, Pequinês, Poodle Toy, Chihuahua e Lulu da Pomerânia contam com probabilidades mais altas de desenvolver a doença quando comparados a cachorros de porte maior ou outras raças.

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Respiração difícil ou ofegante, tosse, corrimentos nasais, febre, desidratação, perda de apetite e latidos de som rouco são alguns dos principais sinais da pneumonia em cachorros, sendo que a aparência de engasgo constante, vômitos frequentes, coloração azul na boca e língua do animal e o aumento da temperatura corporal também são sintomas que podem se manifestar nos casos desta doença.

Conforme citado no início do artigo, iniciar um tratamento com rapidez pode fazer a diferença entre a vida e a morte do pet e, por isso, é altamente indicado que, ao notar estes sinais no seu bichinho de estimação, você leve-o com urgência à uma clínica veterinária, onde um profissional poderá lhe indicar a melhor forma de cuidar do animal.

O tratamento da pneumonia em cães vai depender, principalmente, do agente causador do problema – sendo que o nível de desenvolvimento da doença também pode influir muito na maneira de eliminá-la. Em alguns casos, a internação do animal pode ser solicitada, possibilitando que ele tenha atenção constante, receba os medicamentos adequados e reponhas os fluidos perdidos em função do problema.

Vale lembrar que mediar seu bichinho de estimação por conta própria é algo extremamente perigoso e que nunca deve ser feito; já que, desta forma, você pode piorar a situação de saúde do seu pet e colocar a sua vida em risco.

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Matéria validada pelo Dr. Fábio Toyota (CRMV – SP 10.687), Médico Veterinário formado pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia – Unesp e responsável pelo setor de Oncologia Médica e Cirúrgica em Hospital Veterinário de São Paulo. Dr. Toyota é integrante da equipe de veterinários do portal CachorroGato.

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