Durante meses eu tinha certeza de que tinha encontrado "o meu cheiro". Aquele aroma limpinho, levemente talcado e aconchegante, capaz de me fazer sentir que, mesmo com a vida de cabeça para baixo, pelo menos eu estava com tudo sob controle no quesito perfume.
Sim, estou falando da colônia da Nivea, aquela que reproduz fielmente o cheirinho clássico da latinha azul. Não vou negar que o entusiasmo foi real e continuo achando a proposta interessante. Mas o tempo e o uso diário têm um jeito curioso de mudar as coisas: o que no começo parece envolvente e confortável pode acabar se tornando… exagerado.
O cheiro perfeito… até começar a incomodar
Foi exatamente o que aconteceu comigo. Depois de semanas usando, reaplicando ao longo do dia e passando horas com aquele cheiro de "acabei de sair do banho e me enchi de hidratante", comecei a me sentir um pouco sufocada.
O aroma, apesar de limpo, começou a chamar mais atenção do que eu gostaria. Em vez de ser discreto, passou a ser protagonista. E nem sempre queremos que o perfume chegue antes da gente.
A descoberta que mudou tudo: a mesma ideia, só que mais sofisticada
Foi aí que encontrei a alternativa ideal. A mesma proposta de cheiro limpo e atalcado, só que com mais refinamento. Não é exagero dizer que Narciso Rodriguez Poudrée lembra muito o cheirinho de creme da Nivea. Ou melhor: ele traduz a ideia do aroma da Nivea, mas com um toque mais elegante, mais discreto e, principalmente, mais fácil de usar no dia a dia.
É um perfume com aquela a...
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