Famílias perderam tudo. Animais ficaram feridos. E, por dias, não havia previsão de ajuda.
No dia 7 de novembro de 2025, um desastre devastador transformou a realidade de Rio Bonito do Iguaçu. O cenário era de destruição, urgência e decisões difíceis.
Foi nesse contexto que Andrei Loan, especialista em logística humanitária, iniciou uma mobilização para atuar diretamente no território.
Desde então, ele tem trabalhado para levar apoio a quem mais precisa — famílias e animais que ficaram sem estrutura, sem recursos e sem assistência imediata.
Decisões difíceis em meio à urgência
No campo, a realidade exige escolhas rápidas.
Em muitos momentos, foi preciso equilibrar duas dores ao mesmo tempo: cuidar dos animais feridos e garantir que famílias não ficassem sem alimento.
Em alguns casos, o animal representava a única fonte de sustento futuro daquela família.
Diante disso, a decisão foi buscar alternativas.
Realizar atendimentos emergenciais, preservar vidas e, ao mesmo tempo, garantir dignidade para quem depende delas.
"Cada decisão precisa ser rápida e responsável, porque ali não existe escolha fácil", relata Andrei.
Mais de 1,5 mil famílias já foram atendidas
A atuação já gerou impacto direto na região.
Mais de 1.518 famílias receberam apoio emergencial.
Além disso, mais de 10 mil animais foram atendidos e protegidos durante a operação.
A primeira fase foi marcada pelo socorro imediato.
Agora, o desafio é outro.
Rio Bonito do Iguaçu: nova fase busca garantir reconstrução e continuidade
A operação entra em um momento decisivo: a fase estruturante.
É quando o trabalho deixa de ser apenas emergencial e passa a garantir continuidade.
Isso inclui:
- acompanhamento das famílias
- suporte contínuo no território
- cuidado prolongado com os animais
- organização logística para evitar novos colapsos
É a etapa que define se essas famílias vão conseguir, de fato, se reerguer.
Vakinha busca manter operação ativa
Para que esse trabalho continue, Andrei Loan criou uma Vakinha.
A meta da campanha é de R$ 60.000. Até agora, foram arrecadados R$ 4.687,56.
O valor é essencial para manter a operação ativa, garantindo deslocamento, alimentação, estrutura mínima e continuidade do atendimento às famílias e aos animais.
A campanha também conta com o apoio do Instituto Alok, que fortalece a iniciativa e amplia o alcance da ação.
Sem esse suporte, o risco é que o trabalho pare justamente no momento mais importante: o da reconstrução.
Como ajudar a operação em Rio Bonito do Iguaçu
A Vakinha foi criada para garantir que essa atuação continue acontecendo com responsabilidade e impacto real.
Cada contribuição ajuda a manter o trabalho em campo e garante que mais famílias possam reconstruir suas vidas com dignidade.
Além disso, compartilhar a campanha é uma forma importante de ajudar, ampliando o alcance e aumentando as chances de atingir a meta.
Porque, neste momento, a ajuda não é apenas emergencial.
É o que vai definir o futuro de quem ainda tenta recomeçar.