Rio Bonito do Iguaçu: voluntário lidera operação para ajudar famílias e animais após desastre

Famílias perderam tudo

24 abr 2026 - 15h30

Famílias perderam tudo. Animais ficaram feridos. E, por dias, não havia previsão de ajuda.

No dia 7 de novembro de 2025, um desastre devastador transformou a realidade de Rio Bonito do Iguaçu. O cenário era de destruição, urgência e decisões difíceis.

Publicidade

Foi nesse contexto que Andrei Loan, especialista em logística humanitária, iniciou uma mobilização para atuar diretamente no território.

Desde então, ele tem trabalhado para levar apoio a quem mais precisa — famílias e animais que ficaram sem estrutura, sem recursos e sem assistência imediata.

Andrei Loan atendando animais em Rio Bonito
Andrei Loan atendando animais em Rio Bonito
Foto: Vakinha / Vakinha

Decisões difíceis em meio à urgência

No campo, a realidade exige escolhas rápidas.

Publicidade

Em muitos momentos, foi preciso equilibrar duas dores ao mesmo tempo: cuidar dos animais feridos e garantir que famílias não ficassem sem alimento.

Em alguns casos, o animal representava a única fonte de sustento futuro daquela família.

Diante disso, a decisão foi buscar alternativas.

Realizar atendimentos emergenciais, preservar vidas e, ao mesmo tempo, garantir dignidade para quem depende delas.

"Cada decisão precisa ser rápida e responsável, porque ali não existe escolha fácil", relata Andrei.

Andrei Loan em Rio Bonito
Foto: Vakinha / Vakinha

Mais de 1,5 mil famílias já foram atendidas

A atuação já gerou impacto direto na região.

Mais de 1.518 famílias receberam apoio emergencial.

Publicidade

Além disso, mais de 10 mil animais foram atendidos e protegidos durante a operação.

A primeira fase foi marcada pelo socorro imediato.

Agora, o desafio é outro.

Rio Bonito do Iguaçu: nova fase busca garantir reconstrução e continuidade

A operação entra em um momento decisivo: a fase estruturante.

É quando o trabalho deixa de ser apenas emergencial e passa a garantir continuidade.

Isso inclui:

  • acompanhamento das famílias
  • suporte contínuo no território
  • cuidado prolongado com os animais
  • organização logística para evitar novos colapsos

É a etapa que define se essas famílias vão conseguir, de fato, se reerguer.

Publicidade

Vakinha busca manter operação ativa

Para que esse trabalho continue, Andrei Loan criou uma Vakinha.

A meta da campanha é de R$ 60.000. Até agora, foram arrecadados R$ 4.687,56.

O valor é essencial para manter a operação ativa, garantindo deslocamento, alimentação, estrutura mínima e continuidade do atendimento às famílias e aos animais.

A campanha também conta com o apoio do Instituto Alok, que fortalece a iniciativa e amplia o alcance da ação.

Sem esse suporte, o risco é que o trabalho pare justamente no momento mais importante: o da reconstrução.

Como ajudar a operação em Rio Bonito do Iguaçu

A Vakinha foi criada para garantir que essa atuação continue acontecendo com responsabilidade e impacto real.

Publicidade

Cada contribuição ajuda a manter o trabalho em campo e garante que mais famílias possam reconstruir suas vidas com dignidade.

Além disso, compartilhar a campanha é uma forma importante de ajudar, ampliando o alcance e aumentando as chances de atingir a meta.

Porque, neste momento, a ajuda não é apenas emergencial.

É o que vai definir o futuro de quem ainda tenta recomeçar.

Curtiu? Fique por dentro das principais notícias através do nosso ZAP
Inscreva-se