Rinoplastia ultrassônica avança em cirurgias nasais

Tecnologia aplicada à cirurgia do nariz permite atuação mais controlada na estrutura óssea e tem sido incorporada em procedimentos estéticos e funcionais

27 mai 2026 - 13h27

A evolução tecnológica também alcançou a cirurgia plástica facial e passou a influenciar a forma como os procedimentos nasais são realizados. Entre as técnicas atuais está a rinoplastia ultrassônica, abordagem que utiliza equipamento piezoelétrico para remodelação óssea do nariz com maior controle cirúrgico.

Foto: Dr Sérgio Furtado / DINO

Na rinoplastia convencional, determinadas etapas relacionadas ao osso nasal podem envolver instrumentos mecânicos específicos. Já na técnica ultrassônica, o equipamento emite vibrações controladas que atuam de forma seletiva na estrutura óssea, permitindo cortes mais precisos e preservação de tecidos adjacentes, como mucosa, vasos e cartilagens, reduzindo o edema e os hematomas.

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Esse tipo de recurso pode ser utilizado tanto em cirurgias com finalidade estética quanto funcional. Em muitos casos, o procedimento busca melhorar proporção, simetria e harmonia facial. Em outros, a indicação envolve correção de alterações estruturais internas associadas à dificuldade respiratória.

Como o nariz ocupa posição central no rosto e participa diretamente da passagem de ar, pequenas mudanças estruturais exigem planejamento detalhado. Por esse motivo, técnicas que ampliam a precisão cirúrgica têm sido valorizadas em abordagens individualizadas.

Outro ponto observado na prática clínica está relacionado ao pós-operatório. Como a tecnologia atua de maneira direcionada na parte óssea, pode haver menor trauma em tecidos próximos, fator que tende a contribuir para recuperação mais rápida e organizada, sempre considerando características próprias de cada paciente e a extensão da cirurgia realizada.

A rinoplastia ultrassônica também pode ser indicada em casos revisionais, como rinoplastias secundárias, quando o paciente já realizou cirurgia anterior. Nessas situações, a anatomia pode apresentar cicatrizes internas, fibrose e mudanças estruturais, exigindo manipulação cuidadosa e estratégia específica.

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De acordo com o cirurgião plástico Dr. Sérgio Furtado (CRM: 50841 MG | RQE 31967 • RQE 35786), a escolha da técnica depende de avaliação individual e não apenas da disponibilidade tecnológica. "Cada nariz possui características próprias. A definição da melhor abordagem considera anatomia, queixa funcional, qualidade da pele, histórico cirúrgico e expectativa realista sobre o resultado", afirma.

Dr. Sérgio Furtado atua exclusivamente com rinoplastia estética e funcional. É graduado em Medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com especialização em Cirurgia Geral e Cirurgia Plástica, além de aperfeiçoamento internacional em rinoplastia na Alemanha, onde aprofundou técnicas modernas aplicadas à cirurgia nasal.

Segundo o especialista, a tecnologia deve funcionar como ferramenta complementar dentro de um planejamento criterioso. "O resultado depende da combinação entre diagnóstico correto, técnica adequada e execução precisa. O equipamento contribui, mas não substitui experiência e conhecimento anatômico", completa.

A definição da melhor abordagem cirúrgica continua sendo individualizada e depende de fatores como estrutura óssea, espessura da pele, condições respiratórias e histórico do paciente. Por isso, a avaliação médica permanece como etapa central no planejamento da rinoplastia.

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Com a busca crescente por resultados naturais e procedimentos personalizados, técnicas modernas seguem ampliando espaço na cirurgia facial. Ainda assim, o especialista reforça que segurança, indicação adequada e planejamento continuam entre os principais pilares para um bom resultado.

Website: https://drsergiofurtado.com.br/

Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra
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