Trump volta a criticar Espanha e diz que navios iranianos foram destruídos

Conselho de Segurança da ONU condenou ataques de Teerã contra países do Golfo

11 mar 2026 - 17h14
(atualizado às 17h21)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a ameaçar a Espanha por sua posição em relação à guerra no Oriente Médio e afirmou que as forças americanas destruíram dezenas de navios lança-minas do Irã.

Conselho de Segurança da ONU condenou ataques de Teerã contra países do Golfo
Conselho de Segurança da ONU condenou ataques de Teerã contra países do Golfo
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

Em uma breve declaração a repórteres na Casa Branca, o republicano afirmou que os espanhóis "são um grande povo", mas disse que a atual liderança da nação europeia "não é". Além disso, o americano alertou que pode "cortar as relações comerciais" com Madri.

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A crise diplomática entre os países teve início após o governo espanhol não permitir que os EUA utilizassem bases militares em seu território para operações relacionadas às ofensivas contra o Irã. O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, também criticou as ações de Estados Unidos e de Israel contra Teerã.

Em relação aos acontecimentos no Oriente Médio, Trump disse não acreditar que os iranianos tenham instalado minas navais no Estreito de Ormuz, mas afirmou que quase 30 navios lança-minas de Teerã foram destruídos recentemente.

O americano acrescentou que "quase todo o Irã foi destruído" e enfatizou que os EUA estão "atacando" os iranianos "com muita força". Por outro lado, os iranianos ameaçaram bombardear portos de outras nações do Oriente Médio caso os seus sejam atacados por Israel e Washington.

O Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou, com 13 votos a favor e duas abstenções (Rússia e China) a resolução proposta pelo Bahrein, que "condena veementemente os graves ataques do Irã contra Bahrein, Kuwait, Omã, Catar, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Jordânia".

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O documento também "exige a cessação imediata de tais ataques, determinando que eles constituem uma violação do direito internacional e uma grave ameaça à paz e à segurança internacionais". .

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