Realeza esclarece que Harry e Meghan voltaram ao Reino Unido como 'cidadãos privados'

Carta autorizada pelo rei Charles III esfriou rumores sobre reintegração

7 set 2026 - 15h58
(atualizado às 16h11)
Resumo
Uma carta oficial do Palácio de Buckingham confirmou que o retorno do príncipe Harry e Meghan Markle ao Reino Unido não altera seu status: eles continuam atuando como "cidadãos privados", sem funções de representação da monarquia. O documento reforça a vigência do Acordo de Sandringham, de 2020, mantendo seus títulos de nobreza, mas vedando o uso de "sua alteza real". O aviso afasta rumores de reconciliação plena, que enfrenta forte resistência do príncipe William devido a atritos passados.

O recente retorno do príncipe Harry e de sua esposa, Meghan Markle, ao Reino Unido não muda o status do casal dentro da família real britânica.

Harry e Meghan romperam com a família real britânica em 2020
Harry e Meghan romperam com a família real britânica em 2020
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

Uma carta oficial assinada pelo Lorde Chamberlain, principal funcionário do Palácio de Buckingham, e enviada com autorização do rei Charles III a autoridades do governo, das Forças Armadas e de outras instituições ligadas à Casa de Windsor, confirma que os duques de Sussex continuam a atuar como "cidadãos privados" e seguem sem funções de representação da monarquia.

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O documento, vazado para a imprensa local nesta segunda-feira (7), reafirma que o chamado Acordo de Sandringham, firmado em 2020, após a decisão do casal de se mudar para os Estados Unidos, permanece em vigor. Segundo o texto, Harry e Meghan "renunciaram a exercer deveres de representação em nome do Soberano" e não são mais "membros ativos" da família real.

A carta esclarece que o casal mantém os títulos de duque e duquesa de Sussex e que os filhos Archie, de sete anos, e Lilibet, de cinco, preservam o direito de sangue aos títulos principescos. No entanto, Harry e Meghan continuam sem poder usar o tratamento de "sua alteza real", e todos os seus compromissos no Reino Unido serão realizados sem o caráter de representação da monarquia.

A carta tem objetivos protocolares, burocráticos e logísticos, mas também funciona como um recado público: a volta dos Sussex não deve ser interpretada como prenúncio de reconciliação plena ou de retorno ao papel de membros ativos da realeza.

Segundo a imprensa britânica, a possibilidade de reintegração é vista com resistência especialmente por William, herdeiro do trono e irmão mais velho de Harry. As relações entre os dois permanecem frias desde as acusações públicas feitas pelo casal sobre o tratamento da realeza a Meghan.

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