Questionado sobre veto à CNN na Casa Branca, papa diz que todos os jornalistas são "bem-vindos" para cobrir suas atividades

25 set 2026 - 08h43
(atualizado em 26/9/2026 às 04h56)
Resumo
Durante voo para Paris, o papa Leão defendeu a liberdade de imprensa ao ser questionado sobre o veto de Donald Trump à CNN e a outros veículos na Casa Branca. Sem citar o presidente diretamente, o pontífice afirmou que todos os jornalistas são bem-vindos em suas atividades e classificou a cobertura ampla como essencial. A declaração coincidiu com a decisão da Casa Branca de restabelecer os acessos da imprensa após determinação de um juiz federal, que apontou a inconstitucionalidade da proibição.

Questionado sobre a decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de proibir a CNN ⁠e outros veículos de comunicação ‌de entrar na Casa Branca, o papa Leão ‌reafirmou, nesta sexta-feira, ‌seu apoio à liberdade ⁠de imprensa.

O papa Leão estava cumprimentando jornalistas durante o voo de duas horas de Roma a Paris quando foi ‌questionado sobre a disputa entre ‌a Casa ⁠Branca ⁠e três veículos de comunicação.

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O papa, ⁠um ‌norte-americano que ‌já havia despertado a ira de Trump ao criticar a guerra contra o Irã, ⁠não mencionou Trump em sua resposta, mas considerou a cobertura da imprensa "muito importante".

"Estou muito ‌feliz que aqui todos vocês sejam bem-vindos", disse o papa ⁠Leão aos repórteres. "Quanto à cobertura, acho muito importante que ela seja abrangente para todos."

A Casa Branca informou na quinta-feira que havia restabelecido o acesso aos jornalistas de CNN, MS Now e Politico depois que um juiz federal determinou que a proibição provavelmente era inconstitucional.

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