Número de mortos no Líbano por ataques israelenses sobe para 773

Segundo boletim, 103 crianças estão entre vítimas de ofensivas

13 mar 2026 - 15h48
(atualizado às 16h07)

O número de mortos em ataques israelenses no Líbano desde 2 de março subiu para 773, incluindo 103 crianças, segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde de Beirute nesta sexta-feira (13).

O boletim ainda aponta que 800 mil pessoas foram registradas como deslocadas e outras 1.933 ficaram feridas durante a escalada de violência no Oriente Médio, deflagrada após os ataques de Israel e Estados Unidos contra o Irã.

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Hoje, as Forças de Defesa de Israel (IDF) também informaram que, desde o início da operação "Rugido do Leão", em 28 de fevereiro, foram realizados mais de 7,6 mil ataques no Irã e mais de 1,1 mil no Líbano.

Segundo o comunicado, cerca de 2 mil ataques miraram "quartéis-generais e infraestrutura do regime terrorista iraniano", enquanto aproximadamente 4,7 mil foram contra o programa de mísseis do país.

Em resposta à crise humanitária, a Organização das Nações Unidos (ONU) lançou um apelo por US$ 325 milhões (cerca de R$ 1,7 bilhão) para apoiar o povo libanês.

O secretário-geral António Guterres destacou que "diante do terrível impacto que a escalada militar está causando em toda a região, o mundo deve mostrar ao povo libanês seu apoio inabalável".

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O objetivo é fornecer assistência vital por pelo menos três meses a cerca de um milhão de pessoas, incluindo libaneses, sírios deslocados e refugiados palestinos.

A situação humanitária no Líbano se agrava a cada dia, com comunidades inteiras afetadas pelo conflito e milhares de deslocados precisando de ajuda urgente. 

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