Na ONU, 80 países pedem reabertura do Estreito de Ormuz e condenam ataques do Irã e dos houthis

24 set 2026 - 14h22
(atualizado em 25/9/2026 às 14h21)
Resumo
Em declaração conjunta na ONU, cerca de 80 países, incluindo potências ocidentais e nações árabes do Golfo, exigiram a reabertura urgente do Estreito de Ormuz. O grupo condenou veementemente o Irã e os rebeldes houthis por ataques marítimos na região e no Mar Vermelho, além de investidas contra a Arábia Saudita e a retomada do conflito no Iêmen. Os signatários alertaram que as ações ameaçam a navegação, a segurança energética e o comércio global, embora Irã e houthis aleguem agir em autodefesa.

‌Cerca de 80 países pediram nesta quinta-feira a reabertura urgente do Estreito de Ormuz e condenaram o Irã e seus ⁠aliados houthis pelos ataques ‌na região e pela perturbação do comércio internacional e ‌da segurança energética.

"As ‌ações do Irã no ⁠Estreito de Ormuz continuam a ameaçar a segurança internacional e os direitos e liberdades de navegação", afirmou uma declaração ‌conjunta lida pelo ministro das ‌Relações Exteriores ⁠do ⁠Barein, Abdullatif bin Rashid Al Zayani, na ⁠Organização ‌das Nações ‌Unidas.

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"Também condenamos veementemente a decisão dos houthis de retomar o conflito no Iêmen, seus ⁠ataques contínuos à Arábia Saudita e seus ataques imprudentes no Mar Vermelho", acrescentou.

Entre os signatários ‌da declaração estão os países árabes do Golfo e importantes ⁠potências ocidentais.

O documento ressalta ainda que o avanço dos houthis em direção ao Estreito de Bab el-Mandeb só aumentaria os riscos para a navegação internacional, a segurança marítima e o comércio global.

Tanto o Irã quanto os houthis apresentam suas ações como defensivas.

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