Em um tribunal de Údine, na Itália, o militar Agostino Di Novo tentou matar a ex-mulher com um objeto cortante logo após ser condenado a seis meses de prisão por agredi-la. Ele foi contido por dois agentes presentes na sala, mas a vítima sofreu ferimentos no pescoço e na perna, sendo hospitalizada. Com a prisão mantida, o soldado agora responderá por tentativa de homicídio, ameaça, porte de arma e perturbação da ordem pública.
Um militar tentou assassinar a ex-mulher em um tribunal de Údine, na Itália, logo depois de ser condenado a seis meses de prisão por agredi-la.
Após a leitura do veredito pelos magistrados, o soldado Agostino Di Novo, de 40 anos, levantou-se do banco dos réus e avançou contra a mulher. Antes de ser contido, o homem tentou golpeá-la repetidamente com um objeto cortante.
Dois agentes que estavam presentes na sala do tribunal como testemunhas de outro processo conseguiram deter o homem.
A vítima, que não foi identificada, recebeu atendimento da equipe de emergência e foi levada ao pronto-socorro com ferimentos no pescoço e na perna.
O militar havia sido levado a julgamento após ser acusado de agarrar a ex-companheira pelos braços e empurrá-la, na tentativa de expulsá-la de casa.
As autoridades de Údine validaram a prisão de Di Novo e determinaram a manutenção da custódia cautelar. A partir de agora, o homem responderá por tentativa de homicídio, ameaça, posse ilegal de arma ofensiva e perturbação de serviço público.