Mãe é presa após morte de filho de 4 anos; suspeita de canibalismo choca a Austrália

7 jul 2026 - 21h50
(atualizado às 21h51)
Caso na Austrália: mãe é acusada de matar o filho e suspeita de canibalismo surge
Caso na Austrália: mãe é acusada de matar o filho e suspeita de canibalismo surge
Foto: Reprodução

Uma mulher de 32 anos foi presa e acusada de homicídio após a morte do próprio filho, um menino de quatro anos, em Wyong, na região de Nova Gales do Sul, na Austrália. O caso ganhou repercussão internacional depois que informações divulgadas pela imprensa local apontaram que a suspeita teria feito declarações à polícia envolvendo um possível ato de canibalismo.

Segundo as autoridades australianas, a mulher compareceu espontaneamente a uma delegacia por volta das 16h40 de terça-feira (horário local). Após o relato prestado por ela, policiais seguiram até a residência da família, localizada na Rua Byron, para realizar uma verificação de bem-estar.

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No imóvel, os agentes encontraram o corpo da criança. De acordo com a polícia, o menino apresentava ferimentos graves em um dos braços. A investigação inicial indica que ele pode ter morrido dias antes da descoberta do corpo.

A suspeita foi presa no local e posteriormente formalmente acusada de homicídio. A polícia não divulgou detalhes sobre a dinâmica do crime e informou que as investigações seguem em andamento.

Suspeita de canibalismo é investigada

Embora a polícia ainda não tenha confirmado oficialmente essa linha de investigação, veículos australianos como o The Sydney Morning Herald, o Daily Telegraph e a emissora Nine News informaram que a mulher teria feito declarações durante o atendimento na delegacia que levantaram a suspeita de um possível episódio de canibalismo.

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De acordo com as publicações, essa hipótese surgiu a partir de conversas entre a suspeita e os investigadores. Até o momento, as autoridades não divulgaram exames periciais ou outras evidências que confirmem a informação.

A identidade da mulher não foi divulgada. Na Austrália, a legislação prevê restrições à divulgação de informações que possam identificar envolvidos em casos relacionados a crimes contra crianças, com o objetivo de proteger as vítimas e preservar a integridade das investigações.

O caso continua sendo investigado pela polícia de Nova Gales do Sul, que deverá aguardar os resultados da perícia e da autópsia para esclarecer as circunstâncias da morte da criança.

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