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Itália tem mais 3.099 casos e 44 vítimas da Covid-19

Ao todo, país tem 4,6 milhões de contágios e 130,6 mil mortes

26 set 2021 12h41
| atualizado às 12h59
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A Itália registrou 3.099 novos casos e 44 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, informou o Ministério da Saúde neste domingo (26). Com isso, o país totaliza 4.660.314 contágios e 130.697 vítimas desde o início da pandemia.

Itália vem mantendo queda na quantidade de casos
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

Os números do domingo são sempre menores porque há uma diminuição nas notificações regionais. Com isso, a média móvel dos últimos sete dias manteve a tendência de queda e está em 3.462 (eram 3.568 no sábado).

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Já a média de mortes para o mesmo período teve uma leve alta na comparação com ontem, subindo de 53 para 55, mas o número deste domingo é 4% menor do que no dia 19 de setembro.

Pelo sétimo dia consecutivo, a quantidade de casos ativos (que descontam mortes e curas) apresentou queda e chegou a 102.244.

Destes, 98.236 estão em isolamento domiciliar, 3.435 estão sob observação médica e 483 estão internados em unidades de terapia intensiva (UTIs).

Conforme a última atualização do site do Ministério da Saúde, na manhã deste domingo, a Itália aplicou 83,9 milhões de doses de imunizantes. Deste total, 44,8 milhões de pessoas já tomaram a primeira dose, o que representa 83% da população-alvo, e 41,9 milhões completaram o ciclo vacinal (77,7% do público acima de 12 anos).

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Outras 44,6 mil pessoas também já receberam uma dose de reforço que, neste momento, são apenas os imunossuprimidos.

Após uma polêmica por conta do vazamento de uma informação que a terceira dose será "atrasada" para operadores de saúde, o presidente do Instituto Superior de Saúde (ISS) e membro do Comitê Técnico-Científico do governo, Silvio Brusaferro, disse que "não há nenhuma previsão de atraso" para esse público.

"Na constante busca por uma ótima de máxima precaução, a administração da dose de reforço será indicada progressivamente para os com mais de 80 anos, os moradores de RSAs [asilos], pessoas muito frágeis e operadores sanitários a partir dos que apresentam mais riscos", esclareceu Brusaferro. .
   

  
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