O governo da premiê da Itália, Giorgia Meloni, afirmou nesta sexta-feira (7) que não aceita "ultimatos" sobre suas políticas de segurança nacional, após a Espanha ter dado prazo até 9 de agosto para Roma revogar os controles de fronteira reintroduzidos na esteira da crise migratória em Ceuta.
Em comunicado, o Palácio Chigi disse que a suspensão do Acordo de Schengen, que regulamenta a livre circulação de pessoas na UE, permanecerá em vigor pelo menos até 15 de agosto.
"A Itália não aceita ultimatos ou imposições do exterior no que diz respeito à segurança nacional e ao controle de fronteiras", afirma a nota. .