Inatividade cai, e taxa de ocupação na Itália bate recorde

País fechou 2º trimestre com mais de 24,3 milhões de pessoas empregadas

11 set 2026 - 11h40
(atualizado às 12h13)
Resumo
A taxa de ocupação na Itália bateu recorde histórico no segundo trimestre de 2026, atingindo 63,1%, com 24,363 milhões de trabalhadores empregados, segundo o Istat. O crescimento foi impulsionado pela queda da taxa de inatividade para 33%, estimulada pelo retorno de 107 mil pessoas desalentadas à busca por trabalho em relação ao ano anterior. Essa maior procura por vagas também explica a leve alta de 0,1 ponto percentual no índice de desemprego no país, que encerrou o período em 5,6%.

A taxa de ocupação na Itália atingiu o maior nível da série histórica, chegando a 63,1% no segundo trimestre de 2026, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (11) pelo Instituto Nacional de Estatísticas (Istat).

Trabalhadores em canteiro de obras em Gênova, na Itália
Trabalhadores em canteiro de obras em Gênova, na Itália
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

O índice representa alta de 0,4 ponto percentual em relação aos três meses anteriores. O país registrou um recorde de 24,363 milhões de pessoas empregadas entre abril e junho, um aumento de 155 mil na comparação com janeiro a março e de 246 mil em relação ao segundo trimestre de 2025.

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Apesar disso, a taxa de desemprego subiu 0,1 ponto percentual, para 5,6%, de forma que o aumento da ocupação se explica também pela redução do índice de inatividade para 33%, uma queda de 0,5 ponto.

Segundo o Istat, 107 mil pessoas que não procuravam emprego por não acreditar que conseguiriam encontrar uma vaga ? os chamados "desalentados" ? retornaram ao mercado de trabalho no segundo trimestre, na comparação com igual período do ano passado.  

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