Ataques aéreos de Israel mataram ao menos três palestinos no norte de Gaza nesta terça-feira, incluindo uma criança em um bombardeio a um veículo em Sheikh Radwan e um paciente atingido por drone em um centro médico em Jabalia. O exército israelense alegou ter mirado um militante na primeira ação, que deixou sete feridos. As novas ofensivas coincidem com os funerais de Ahmed Al-Batsh e Rafat Zummar, identificados por Israel como comandantes do Hamas mortos em ataques no dia anterior.
Ataques aéreos israelenses mataram pelo menos três palestinos no norte da Faixa de Gaza nesta terça-feira, incluindo um paciente em um centro de saúde, disseram equipes médicas.
Ataques aéreos israelenses contra um veículo mataram pelo menos dois palestinos, um deles uma criança, e feriram outras sete pessoas no bairro de Sheikh Radwan, no norte da Faixa de Gaza, segundo equipes médicas.
As forças armadas israelenses afirmaram ter atingido um militante na área, sem entrar em detalhes.
Testemunhas afirmaram que um segundo ataque próximo a um grupo de pessoas que havia corrido para socorrer as vítimas iniciais resultou em mais algumas vítimas. Um vídeo, que a Reuters não conseguiu verificar imediatamente, mostrava um míssil explodindo perto de pelo menos cinco homens.
Em um incidente separado, a organização beneficente britânica Medical Aid for Palestinians informou nesta terça-feira que um paciente foi morto em um centro de saúde que ela apoia em Jabalia, no norte de Gaza.
A organização afirmou que o paciente foi atingido por um drone quadricóptero das forças armadas israelenses. Não houve comentário imediato por parte de Israel.
Palestinos haviam realizado, anteriormente, em Gaza, os funerais de duas pessoas mortas por ataques israelenses no dia anterior: Ahmed Al-Batsh e Rafat Zummar.
Batsh era um comandante local do Hamas, segundo fontes do Hamas e das forças armadas israelenses. Equipes médicas afirmaram que Batsh morreu em um ataque ao seu veículo no norte da Faixa de Gaza.
As forças armadas israelenses afirmaram, em comunicados separados, que haviam matado os dois, e descreveram Zummar também como um comandante do Hamas. O Hamas não se pronunciou imediatamente sobre a filiação de Zummar.