Lula ou Flávio Bolsonaro? Lojas vendem lingerie com nomes de políticos e viralizam

2 set 2026 - 04h58
Calcinhas com nomes de candidatos à presidência viralizam nas redes sociais
Calcinhas com nomes de candidatos à presidência viralizam nas redes sociais
Foto: Reprodução/Instagram

A política ganhou uma versão inusitada no mercado de lingerie. Sex shops de Pinheiro (MA), Campina Grande (PB) e outras regiões do país estão usando nomes de políticos, como Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), em calcinhas fio dental personalizadas. A estratégia, criada para chamar a atenção nas redes sociais, acabou viralizando e gerando milhares de comentários e visualizações.

Em Pinheiro, a novidade foi lançada pela Pinheiro Sex Shop, que vende a peça por R$ 25, com acréscimo de R$ 5 por letra personalizada.

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Já em Campina Grande, a Charmosa Lingerie também apostou na ideia e divulgou calcinhas com nomes de Lula, Flávio Bolsonaro e até do escritor Augusto Cury. Segundo a proprietária da loja, Emily Kelly Matias, um dos vídeos publicados nas redes sociais ultrapassou 1 milhão de visualizações.

A iniciativa chamou a atenção dos internautas e rendeu comentários bem-humorados. “A eleição desse ano tá indo longe demais kkkk”, escreveu uma seguidora. “Eu quero uma do Bolsonaro”, comentou outra. Uma terceira brincou: “A vermelha sendo a mais sexy”.

Ideia surgiu como estratégia de marketing

Segundo o empresário Marcos Soares, da Pinheiro Sex Shop, a proposta de colocar nomes de políticos nas peças não teve relação com uma preferência política, mas foi pensada como uma estratégia para aumentar a visibilidade da loja.

A repercussão, porém, foi maior do que o esperado e alcançou pessoas de outras cidades e até de fora da região.

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“Eu pensava que ia ser só aqui mesmo na cidade, mas acabou sendo regional e até para fora daqui. E teve, sim, encomendas, mas uma questão de meme, até porque o foco é algo mais sensual: colocar o nome do marido, uma frase... Então, a questão de colocar o nome dos políticos foi só uma estratégia de chamar a atenção”, explicou.

Em Campina Grande, na Paraíba, a Charmosa Lingerie decidiu aproveitar a repercussão da política nas redes sociais para divulgar suas peças personalizadas.

Emily Kelly Matias, dona da loja, explicou que a intenção foi unir um assunto que desperta grande interesse do público à possibilidade de personalizar a lingerie.

“A ideia foi unir um assunto que está sempre em alta, que é a política, com a personalização. As pessoas têm opiniões, preferências e acabam se identificando com o post. Então pensei em trazer isso para a lingerie de uma forma criativa, divertida e diferente para atrair clientes e fazer vendas”, contou.

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Na Charmosa Lingerie, a calcinha tradicional custa R$ 25, e cada letra da personalização acrescenta R$ 3 ao valor.

“As calcinhas personalizadas são consideradas uma peça curinga da nossa loja, porque permitem diversas possibilidades: nomes de pessoas, frases mais divertidas ou até mais quentes. Além de ser um produto diferente, percebemos que esse tipo de conteúdo sempre gera um bom engajamento nas redes sociais e desperta a curiosidade do público”, completou.

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