Guilherme Boulos manda recado para Tarcísio através das redes sociais

11 out 2026 - 23h32
Resumo
Após ato pró-Lula na Avenida Paulista, Guilherme Boulos criticou o governador Tarcísio de Freitas pelo fechamento e restrição de acesso a estações do Metrô, acusando a gestão estadual de perseguição política e de causar transtornos e insegurança na volta para casa dos manifestantes. Em contrapartida, a administração do Metrô declarou que o controle de fluxo nas catracas foi uma medida técnica e preventiva para evitar acidentes devido à alta concentração de passageiros nas plataformas.

A Avenida Paulista reuniu milhares de apoiadores em uma manifestação política recente organizada em prol do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Porém, o encerramento do evento pró-Lula acabou marcado por transtornos no transporte público e uma troca direta de acusações entre lideranças políticas da capital e do Governo do Estado.

Foto: Gávea News

Guilherme Boulos (PSOL) utilizou suas redes sociais para criticar duramente a administração do governo Tarcísio de Freitas (Republicanos). O parlamentar contestou o fechamento temporário e a restrição de acesso em estações do Metrô situadas na área do ato, alegando que a medida prejudicou os cidadãos que tentavam retornar para casa após o término da mobilização.

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Na publicação, Boulos afirmou que a interrupção das operações em determinados acessos ocorreu sem aviso prévio aos passageiros. Segundo o deputado, a decisão provocou fortes aglomerações nas calçadas e forçou centenas de pessoas a se deslocarem a pé por longos trechos até encontrar alternativas de transporte na região.

A crítica do parlamentar classificou a atitude da gestão estadual como uma ação de motivação política contra os manifestantes. Em sua declaração, Boulos sustentou que a retenção do público nas imediações do evento comprometeu a segurança da população e gerou prejuízos diretos aos usuários do sistema metroviário.

"Os incidentes no metrô de São Paulo na dispersão da manifestação de hoje são frutos da irresponsabilidade do governo Tarcísio. Como pode o governador mandar fechar as estações sem aviso prévio e impedir o retorno das pessoas? É politicagem baixa contra a população!", postou Boulos.

Por outro lado, os responsáveis pela administração do Metrô de São Paulo informaram que o controle de fluxo nas catracas foi uma intervenção técnica e preventiva. De acordo com o posicionamento oficial, as restrições temporárias serviram para conter o excesso de passageiros nas plataformas e evitar acidentes graves em momentos de alta concentração.

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