A última segunda-feira foi um dia memorável para a Amazon. As ações da empresa dispararam, e ela ultrapassou a marca de US$ 3,07 trilhões (cerca de R$ 15,5 trilhões) em valor de mercado pela primeira vez. Com isso, a gigante do comércio eletrônico ingressou no clube exclusivo de empresas cujo valor supera o de muitas nações.
Jeff Bezos — que começou vendendo livros pelo correio — mais uma vez vendeu ações com a mesma naturalidade de quem saca dinheiro em um caixa eletrônico, justamente no momento em que sua empresa atingia um marco histórico no preço de suas ações. O valor total da venda chega a quase US$ 4,1 bilhões (cerca de R$ 20,7 bilhões).
Foi um dia para ficar na história de Wall Street
A disparada das ações da Amazon não ocorreu isoladamente; foi impulsionada por resultados sólidos no segundo trimestre, período em que a empresa registrou lucros de US$ 62,647 bilhões (cerca de R$ 317,1 bilhões) — um aumento de 245% em relação ao ano anterior — sobre uma receita de US$ 200,606 bilhões (cerca de R$ 1,015 trilhão).
O principal motor desse forte aumento na receita foi a AWS, a divisão de nuvem da empresa, que vem apresentando um crescimento vigoroso nos últimos anos fiscais. Durante a teleconferência de resultados, Andy Jassy — que assumiu o cargo de CEO após Jeff Bezos deixar o comando da empresa que fundou — explicou: "A AWS está em plena expansão, crescendo 36,7% em relação ao ano anterior no segundo trimestre".
Bezos vende 15 milhões de ações
Com as ações sendo negociadas ...
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