O TSE realizou a cerimônia de verificação da integridade dos sistemas eleitorais e emitiu a zerésima do Banco de Dados de Totalização, assegurando a ausência de votos prévios para a Presidência. O processo atesta que os sistemas utilizados são os mesmos inspecionados e lacrados pelas entidades fiscalizadoras. Como novidade, a sede do órgão fará um teste de integridade com duas urnas no domingo, reforçando as barreiras de segurança e a checagem das assinaturas digitais na apuração.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realizou neste sábado, 3, a cerimônia de verificação da integridade e autenticidade dos sistemas eleitorais. A finalidade foi "assegurar" que o conjunto de técnicas de organização do pleito instalado no Tribunal são os sistemas efetivamente inspecionados durante todo o ano.
Os códigos-fontes estão abertos desde o dia 2 de outubro de 2025. Eles foram inspecionados pelas entidades fiscalizadoras, assinados digitalmente e lacrados no dia 4 de setembro. Na cerimônia de hoje, como de praxe, também foi emitido o relatório que comprova que nenhum voto foi registrado naquela urna até o momento de sua emissão. É a chamada zerésima.
Hoje foi impressa a zerésima do Banco de Dados de Totalização. Isso garante que não há votos para os cargos de presidente e vice-presidente da República. Após esse procedimento, os Tribunais Regionais Eleitorais vão fazer a mesma impressão, mas para de governador, senador, deputado federal e deputado estadual.
Neste domingo, 4, nas sessões eleitorais, todas as urnas eletrônicas começam o dia imprimindo a sua própria zerésima. Isso comprova que não há votos prévios nas urnas eletrônicas. A totalização dos votos começará imediatamente após a finalização das sessões eleitorais e deve ser concluída à noite.
Amanhã, pela primeira vez, vai ter um teste de integridade e zerésima na sede do TSE. Essa é uma inovação deste ano. Serão utilizadas duas urnas eletrônicas, com a parceria do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal.
Há dezenas de barreiras de segurança na gravação dos votos nas urnas e na transmissão deles ao TSE. O Tribunal reforçou que todos os arquivos transferidos, e gerados pelas urnas eletrônicas, são assinados digitalmente. O procedimento envolve a recuperação dessas assinaturas e verificação após o recebimento.