Flávio: Judiciário deve ser 'consertado' e STF não pode ser 'delegacia '

3 out 2026 - 14h09
Resumo
Em agenda no interior de São Paulo, o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) defendeu reformas no Judiciário, afirmando que o STF deve ser "consertado" e não pode atuar como "delegacia". Ele propôs o fim do foro privilegiado e acusou ministros de favorecerem a reeleição de Lula. Ao lado do governador Tarcísio de Freitas e outros aliados políticos, Flávio também declarou ter convicção na vitória em primeiro turno tanto na disputa presidencial quanto no governo do estado.

O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, sinalizou neste sábado, 3, para uma possível reforma do Poder Judiciário, especialmente no Supremo Tribunal Federal (STF). Em agenda na cidade de Americana, no interior de São Paulo, ele disse que "muita coisa deve ser consertada" e mencionou que a Corte Máxima não pode ser "uma delegacia de polícia".

O candidato também falou em "acabar" com o foro por prerrogativa de função, conhecido como foro privilegiado. Em outro momento, alegou que "amigos" do presidente Luiz Inácio da Silva (PT) no STF estariam "dando canetada" em prol da reeleição do petista.

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Flávio falou após uma motocarreata no interior de São Paulo na manhã deste sábado, entre as cidades de Santa Bárbara d'Oeste e Americana. O governador de São Paulo e candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas (Republicanos), os candidatos ao Senado pelo Estado, André do Prado (PL) e Guilherme Derrite (PP), e o prefeito da Capital, Ricardo Nunes (MDB), também participaram.

O candidato à Presidência disse que São Paulo vai ter "um presidente da república alinhado com o governador". Ele disse ainda ter "convicção" de vitória no primeiro turno, tanto na Presidência quanto o governo de São Paulo.

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