Flávio Bolsonaro: Congresso tenta antecipar pautas que deveriam ser discutidas após as eleições

Candidato à Presidência cumpriu agenda em cidades do interior de São Paulo durante a manhã deste sábado, 3

3 out 2026 - 14h32
(atualizado às 14h37)
Resumo
Durante agenda em São Paulo, o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) criticou o Congresso por antecipar pautas antes das eleições, citando a PEC do governo Lula que prevê o fim da escala 6x1 e a redução da jornada para 40 horas semanais. Flávio afirmou que o Legislativo está "capturado" pelo governo e pelo STF, defendeu o reequilíbrio institucional e sinalizou uma reforma no Judiciário, prometendo pacificação e respeito à Constituição caso seja eleito.
Flávio Bolsonaro durante campanha em Santa Barbara D´Oeste
Flávio Bolsonaro durante campanha em Santa Barbara D´Oeste
Foto: Alexandre Meneghini / Reuters

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) criticou neste sábado, 3, o Congresso Nacional por "tentar antecipar pautas que deveriam ser discutidas após as eleições". Em agenda no Estado de São Paulo, ele alegou ainda que o Legislativo estaria "capturado" pelo governo e Supremo Tribunal Federal (STF).

A principal bandeira do governo Lula no Congresso, neste momento, é a redução da jornada de trabalho. O Senado deve analisar na próxima semana a proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6x1 - seis dias de trabalho e um de repouso. O texto prevê a redução do tempo laboral de 44 para 40 horas semanais, sem redução salarial.

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Flávio Bolsonaro falou após uma moto-carreata no interior de São Paulo na manhã deste sábado, entre as cidades de Santa Bárbara d'Oeste e Americana. "Em nosso governo as instituições voltarão a respeitar a Constituição", declarou ele. O candidato pelo Partido Liberal (PL) também disse querer "fazer um governo de pacificação".

Houve sinalização para uma possível reforma do Poder Judiciário, especialmente no Supremo Tribunal Federal (STF). Ele disse que os ministros do Supremo não podem ser "agentes políticos" do governo Lula. "Temos que ajustar muitas coisas em Brasília", declarou. Para ele, há um completo desequilíbrio.

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