Rodrigo Pacheco toma posse como ministro do TCU

Ex-presidente do Senado assume vaga aberta com saída de Bruno Dantas; nome do mineiro foi aprovado pela Câmara em votação secreta no início de setembro

30 set 2026 - 13h59
Resumo
O ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSB-MG) tomou posse nesta quarta-feira como ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Indicado pelo Senado e aprovado por ampla maioria na Câmara dos Deputados, ele assume a vaga deixada por Bruno Dantas, que migrou para a iniciativa privada. Aos 49 anos, Pacheco encerra sua trajetória legislativa iniciada como deputado federal e marcada por duas presidências no Senado, assumindo agora um cargo vitalício na corte responsável pela fiscalização pública.

O ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSB-MG) tomou posse nesta quarta-feira, 30, como ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). A nomeação do senador foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta terça-feira, 29, após a aprovação de seu nome pela Câmara dos Deputados para ocupar a vaga aberta pela saída do ex-ministro Bruno Dantas, que deixou a Corte para atuar no setor privado.

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A indicação de Pacheco foi aprovada pelos deputados no dia 2 de setembro, em votação secreta, pelo placar de 404 votos favoráveis e 61 contrários. O nome do senador havia sido escolhido pelo Senado para a vaga no TCU, órgão responsável pelo controle da aplicação de recursos públicos federais.

Rodrigo Pacheco tomou posse nesta quarta-feira, 30, como ministro do Tribunal de Contas da União (TCU)
Rodrigo Pacheco tomou posse nesta quarta-feira, 30, como ministro do Tribunal de Contas da União (TCU)
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado / Estadão

Aos 49 anos, Pacheco encerra sua trajetória no Congresso Nacional após ocupar uma cadeira no Senado desde 2018. Antes disso, foi deputado federal por Minas Gerais. No Senado, presidiu a Casa em duas ocasiões, entre 2021 e 2025.

O parlamentar mineiro também esteve entre os nomes considerados para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), porém, indicou para a Corte o advogado-geral da União, Jorge Messias. Antes da escolha, Lula também havia articulado para que Pacheco disputasse o governo de Minas Gerais nas eleições deste ano, mas o senador optou por não concorrer.

Com a posse, Pacheco passa a integrar o TCU, que é formado por nove ministros: três indicados pelo presidente da República, três pelo Senado e três pela Câmara dos Deputados. Os integrantes da Corte têm cargo vitalício, com aposentadoria compulsória aos 75 anos.

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