País está indignado com 'show de soberba e deboche' na mais alta Corte, diz Tereza Cristina

16 set 2026 - 12h33
Resumo
A líder do PP no Senado, Tereza Cristina, criticou duramente a sessão do STF que avaliou a conduta do ministro Alexandre de Moraes no caso Master, classificando-a como um "show de soberba e deboche". Alertando para o risco de implosão do Judiciário e a percepção de privilégios legais, a senadora cobrou uma postura ativa do Senado diante da crise institucional e anunciou que apresentará um projeto de lei para a reforma do Judiciário, apontando a medida como um dever urgente do Legislativo.

A vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e líder do PP no Senado, senadora Tereza Cristina (PP-MS), criticou a sessão realizada na terça-feira, 15, pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para deliberar sobre a abertura de inquérito para apurar a conduta do ministro Alexandre de Moraes no caso Master. "O país inteiro está indignado com o show de soberba, desrespeito e deboche que vimos predominar ontem na nossa mais alta Corte. É muito perigoso para o País quando um de seus pilares, o Judiciário, está na iminência de uma implosão", afirmou Tereza Cristina em uma publicação na rede social X. "Infelizmente, os brasileiros hoje têm certeza de que existem sim os que estão acima da lei", criticou.

A senadora defendeu também que a Casa não se omita diante da crise institucional. "O Senado tem o poder constitucional de definir a composição do STF e não pode se apequenar diante de tamanha crise. Tenho tentado tudo que está ao meu alcance para mobilizar meus colegas e espero que essa passividade não continue", apontou Tereza Cristina.

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Tereza Cristina acompanhou a sessão do STF reunida com parlamentares no Senado. Nesta semana, a senadora afirmou que vai propor um projeto de lei para reforma judiciária e que a sociedade "está madura" para o debate.

"Além de todas as ações que já tomei, estou comprometida com a reforma do Judiciário, um dever urgente do Legislativo. Mas o poder maior numa democracia é o do povo - e ele vai exercê-lo em breve", concluiu.

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