Michelle reage a alegoria de Bolsonaro como palhaço atrás das grades: 'Preso por corrupção foi Lula'

Ex-primeira-dama se manifestou nas redes sociais durante desfile da Acadêmicos de Niterói, no Carnaval do Rio

16 fev 2026 - 08h16
(atualizado às 09h56)

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro criticou, neste domingo, 15, a representação do ex-presidente Jair Bolsonaro durante o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói.

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Durante o desfile, no Carnaval do Rio de Janeiro, o ex-presidente e marido de Michelle foi retratado como um palhaço encarcerado.

Concentração da escola Acadêmicos de Niterói, com alegoria do ex-presidente Jair Bolsonaro
Concentração da escola Acadêmicos de Niterói, com alegoria do ex-presidente Jair Bolsonaro
Foto: Pedro Kirilos/Estadão / Estadão

Em publicação nas redes sociais, Michelle reagiu à alegoria. "Só pra registrar um fato histórico: quem foi preso por corrupção foi Luiz Inácio Lula da Silva. Isso é registro judicial, não opinião", escreveu.

A manifestação ocorreu durante o desfile da escola na Marquês de Sapucaí, que foi a primeira a se apresentar na noite de domingo.

A escola levou à avenida o samba-enredo que celebrou Lula, destacando sua origem como operário, além de episódios marcantes da política brasileira recente.

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Homenagens e críticas

O enredo da Acadêmicos de Niterói, além da homenagem a Lula, também incluiu sátiras a adversários políticos.

Na comissão de frente, um ator representando Jair Bolsonaro apareceu caracterizado como um palhaço e, em seguida, foi mostrado atrás de grades, em uma encenação que repercutiu nas redes sociais e gerou reações de aliados do ex-presidente.

Lula acompanhou o desfile de um camarote da Prefeitura do Rio, ao lado do prefeito Eduardo Paes e de ministros do governo.

A primeira-dama, Rosângela Lula da Silva, conhecida como Janja, também esteve presente, mas não desfilou.

Oposição reage

Além de Michelle Bolsonaro, a homenageando feita a Lula no Carnaval recebeu mais críticas da oposição.

Pelo X, antigo Twitter, Flávio Bolsonaro acusou o presidente de usar dinheiro público para fazer homenagem a ele mesmo. Já o senador e ex-juiz Sergio Moro diz que "faltou o carro da Odebrecht", fazendo alusões à operação Lava Jato.

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