O presidente Luiz Inácio Lula da Silva repudiou neste domingo, 26, o ataque contra o jantar de correspondentes da Casa Branca, em Washington, nos Estados Unidos. Um homem portando armas de fogo invadiu o evento que tinha presença do presidente americano, Donald Trump. O suspeito foi detido por agentes do Serviço Secreto e ninguém se feriu.
Nas redes sociais, Lula prestou solidariedade a Trump e à primeira-dama dos EUA, Melania.
"O Brasil repudia veementemente o ataque de ontem à noite. A violência política é uma afronta aos valores democráticos que todos devemos proteger", publicou o perfil de Lula.
Além do brasileiro, líderes de diversos países manifestaram repúdio ao episódio. O chefe de governo do Paquistão, Shehbaz Sharif, afirmou estar "profundamente chocado" com o ocorrido e pelo "perturbador incidente".
A presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou que a violência não pode ser aceita por aqueles que defendem a paz. "Condenamos veementemente a tentativa de ataque contra o presidente Donald Trump e sua esposa", disse, ao desejar segurança aos presentes.
Em tom semelhante, a presidente do México, Claudia Sheinbaum, declarou que "a violência nunca deve ser o caminho".
O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, disse estar aliviado com a segurança dos participantes e ressaltou que a violência política "não tem lugar em nenhuma democracia". A mesma avaliação foi feita pela premiê do Japão, Sanae Takaichi, que afirmou que atos do tipo não podem ser tolerados.
Já o primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, elogiou a resposta das forças de segurança americanas, destacando a rapidez na contenção do incidente. O premiê da Índia, Narendra Modi, também condenou o episódio e desejou segurança contínua às autoridades dos EUA.
Nos Estados Unidos, a ex-presidente da Câmara Nancy Pelosi, adversária política de Trump, destacou a atuação dos agentes de segurança. Ela também mencionou o impacto do episódio ao lembrar experiências pessoais com violência política e manifestou solidariedade ao agente ferido e aos presentes.
Outro democrata, o governador da Califórnia, Gavin Newsom, afirmou que a violência é inaceitável e reforçou a importância de uma imprensa livre para o país.