Lula cita reservas internacionais e diz que dívida pública não lhe provoca 'pânico'

27 set 2026 - 19h51
Resumo
Em entrevista à Band, o presidente Lula afirmou que a dívida pública não lhe causa pânico, destacando as reservas internacionais de US$ 370 bilhões como suporte econômico. Embora admita preocupação e pretenda reduzir o endividamento em relação ao PIB, ele defendeu a manutenção de gastos indispensáveis. Lula também demonstrou confiança na queda dos juros para impulsionar o crescimento do país e explicou que as obras do PAC são definidas a partir de demandas diretas de governadores e prefeitos.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, disse neste domingo, 27, que a dívida pública não lhe provoca "pânico" e que é irreal. Em trecho antecipado de entrevista gravada para o programa Canal Livre, da Band, que vai ao ar às 20 horas na BandNews TV e às 22 horas na Band, Lula mencionou as reservas internacionais do País. De acordo com ele, perfazem o total de US$ 370 bilhões.

Lula imputou a quantia à definição de 2005 de juntar reservas, ainda em seu primeiro governo. O presidente declarou que o valor é um "colchão de sustentação da economia brasileira".

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Ele garantiu, no entanto, que a dívida lhe causa preocupação e que tem a intenção de diminuí-la em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), conservando as despesas que acha indispensáveis.

"Eu não gosto de dever mais do que eu recebo, não gosto. E a gente vai diminuir essa dívida pública com relação ao PIB, primeiro fazendo os gastos que são necessários fazer", prometeu Lula.

O candidato do PT à reeleição admite confiar na redução dos juros e disse que isso é necessário para o crescimento da economia.

Sobre o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Lula disse que a definição das obras leva em conta as demandas de governadores e prefeitos. "O PAC eu chamo os governadores, chamo o prefeito e digo o que é importante no seu estado e no seu município. E aquilo a gente vai fazer", afirmou.

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