Leonardo Avalanche (PRTB) renunciou à candidatura à Presidência da República por motivos técnicos, jurídicos e pessoais. Substituto de Pablo Marçal, que foi declarado inelegível, ele declarou que não apoiará nenhum concorrente por não se sentir representado. Em comunicado, Avalanche fez duras críticas à "pseudodireita", acusando membros de campanhas rivais de envolvimento com propina, corrupção, rachadinhas e com o Banco Master, finalizando com uma mensagem de esperança voltada para 2028.
Leonardo Avalanche (PRTB) anunciou nesta quarta-feira, 30, a renúncia à candidatura à Presidência da República. Em comunicado, afirmou que deixa a disputa por "motivos técnicos, jurídicos e pessoais" e disse que não manifestará apoio a nenhum dos candidatos que permanecem na corrida pelo Planalto. Avalanche havia entrado na disputa para substituir o ex-coach Pablo Marçal, declarado inelegível pela Justiça Eleitoral.
"Não manifestarei apoio a nenhum dos candidatos, por entender que nenhum deles nos representa", escreveu Avalanche.
No texto, o agora ex-candidato também fez críticas à direita. "Que País é esse onde banalizam a corrupção para tentar eleger alguém da pseudodireita?", afirmou.
Avalanche disse ainda estar "impressionado em ver pessoas de bem apoiarem um cidadão da pseudodireita envolvido em tantos escândalos, entre eles, rachadinha, corrupção e Banco Master". Na sequência, afirmou ter "a percepção de que todos ao seu redor ou receberam propina do Master, ou nutrem a expectativa de receber" e declarou que "as evidências mostram que a maior parte do núcleo duro da campanha teve envolvimentos diretos ou indiretos com o Banco Master".
Ao final do comunicado, escreveu: "Povo brasileiro, não percamos a esperança de um Brasil melhor. 2028 é logo ali".