Indexa/Broadcast: 44,9% veem Flávio mais capaz de controlar contas públicas e 39,3%, Lula

23 out 2026 - 11h28
Resumo
Pesquisa Indexa/Broadcast aponta que 44,9% dos eleitores consideram Flávio Bolsonaro mais capaz de controlar as contas públicas, contra 39,3% que preferem Lula. Contudo, o senador também é o mais associado ao risco de cortar programas sociais (54,7%), tema que reduz a intenção de voto para 41,9% dos entrevistados. Para 36,3%, a saída mais justa para o ajuste fiscal é tributar os mais ricos, enquanto as propostas para os gastos do governo pesam muito na decisão eleitoral de 58,9% da população.

O senador Flávio Bolsonaro (PL) é apontado por 44,9% dos eleitores como o candidato mais capaz de controlar as contas públicas se eleito, ante 39,3% que citam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mostra a pesquisa Indexa/Broadcast. Para 12,1%, nenhum dos dois faria mudanças.

Flávio também é visto como o candidato com maior chance de reduzir recursos de programas sociais, como o Bolsa Família: 54,7% associam essa possibilidade ao senador, enquanto 12,8% apontam Lula. Outros 24,3% não indicam nenhum dos dois e 5,3% atribuem a mesma chance a ambos.

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As propostas para os gastos do governo pesam muito na decisão de voto de 58,9% dos entrevistados. Para 15,3%, pesam um pouco, enquanto 19,9% dizem que não têm peso algum. Outros 5,8% não sabem ou não opinam.

A disposição de votar em um candidato que proponha cortes em programas sociais também foi investigada. Diante dessa hipótese, 41,9% afirmam que teriam menos vontade de escolhê-lo. A proposta não mudaria a decisão de 45,3%, enquanto 9% dizem que teriam mais vontade de votar nesse candidato.

Ao avaliar qual seria a forma mais justa de melhorar as contas do governo, os entrevistados apontam, em primeiro lugar, a cobrança de mais impostos de pessoas com renda mais alta, com 36,3%. A redução de pagamentos extras a servidores públicos aparece em seguida, com 21,1%. Veja as respostas entre as alternativas apresentadas:

- Cobrar mais impostos de pessoas com renda mais alta: 36,3%

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- Reduzir pagamentos extras a servidores públicos: 21,1%

- Diminuir descontos nos impostos concedidos a empresas: 14,1%

- Reduzir os valores pagos em programas sociais: 5,2%

- Outra medida: 0,6%

A pesquisa ouviu 2 mil eleitores em 20 e 21 de outubro. O nível de confiança é de 95% e a margem de erro, de 2,2 pontos porcentuais, para mais ou para menos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02348/2026.

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