Grupo especial de Lula na PF foi desmascarado oficialmente, diz Flávio Bolsonaro

8 set 2026 - 15h22
Resumo
O ministro do STF André Mendonça afastou o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e o chefe de inteligência da corporação por suspeitas de investigações clandestinas contra um ministro da Corte e ligações com o Banco Master. A decisão motivou apurações disciplinares e penais. Diante do caso, Flávio Bolsonaro declarou que um suposto grupo especial ligado ao presidente Lula na PF foi desmascarado, cobrando que a instituição retome sua autonomia para combater o crime.

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) comentou nesta terça-feira, 8, o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, e disse que a decisão afeta o que chamou de "grupo especial" do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na PF.

"Chefe da PF (companheiro, camarada, amigo, irmão, brother, cupincha, parça, aliado, preposto, indicado, pau-mandado de Lula) acusado de liderar investigações clandestinas contra um ministro do STF. Grupo especial de Lula na Polícia Federal desmascarado oficialmente", escreveu Flávio em seu perfil na rede social X.

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O candidato também defendeu que a PF "volte a ter autonomia para ir atrás de bandidos, e não de adversários políticos de Lula".

Além de afastar Andrei, o ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça ordenou que a Polícia Federal, por meio de sua Corregedoria, abra procedimentos investigatórios de natureza penal e administrativo-disciplinar para apurar os "graves fatos identificados" na produção de relatórios de inteligência. O ministro também determinou o afastamento do diretor de inteligência da PF, Leandro Almada da Costa.

Trechos da investigação sobre o rombo bilionário do Banco Master criam suspeitas de que Daniel Vorcaro, ex-dono da entidade, via em Andrei Rodrigues uma válvula de escape para se livrar de complicações referentes às fraudes e à eventual liquidação do banco.

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