Caiado promete indicar mulheres para vagas do STF e cita apoio a Raquel Dodge

13 set 2026 - 16h39
Resumo
Após receber alta hospitalar, o candidato à Presidência Ronaldo Caiado prometeu indicar quatro mulheres ao STF se eleito, citando a ex-PGR Raquel Dodge como exemplo de coragem e sensibilidade. Ele também confirmou presença em um debate paralelo com outros postulantes, organizado após o cancelamento do encontro oficial da imprensa. Caiado criticou a centralidade do STF no debate público e afirmou que a campanha deve focar em saúde, segurança e renda, embora precise moderar esforços médicos.

O candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD-GO) disse neste domingo (13) que, se eleito, vai indicar quatro mulheres para vagas do Supremo Tribunal Federal (STF). E já sinalizou seu apoio à ex-procuradora-geral da República Raquel Dodge.

"Se as pessoas tivessem seguido o que disse a ex-procuradora-geral da República Raquel Dodge, nada do que está acontecendo agora estaria acontecendo. Não teria sequer instalado o inquérito da fake News. Ela deu parecer contrário", declarou Caiado em São Paulo.

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"Então, uma mulher do quilate dela deve subir ao Supremo para mostrar que elas têm mais sensibilidade e coragem de enfrentar os momentos mais delicados. As mulheres não têm esses conchavos, elas têm mais responsabilidade e pensam muito mais no futuro do Brasil", afirmou.

As declarações ocorreram após Caiado receber alta do hospital onde esteve internado na capital paulista desde quinta-feira, dia 10.

O candidato também confirmou que vai participar na segunda-feira, 14, do "debate paralelo" - evento que está sendo organizado por ele e pelo candidato Renan Santos com os demais adversários na corrida presidencial.

Esse evento foi marcado para o mesmo dia em que seria realizado um encontro do consórcio de veículos de imprensa, cancelado depois que Lula e Flávio Bolsonaro declinaram de participar. "O debate foi cancelado, mas nós conseguimos uma outra rede que vai transmitir, e nós vamos discutir", disse Caiado.

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"O processo do Supremo sobrepôs o processo eleitoral, e ninguém está discutindo eleição, ninguém está discutindo as propostas que a sociedade quer. A pessoa quer saber quem vai resolver o problema do salário, da segurança e da fila do SUS. Está aqui quem vai arrumar o problema da saúde no Brasil, disse.

Saúde

Caiado informou que seu estado de saúde é bom, mas não 100%. Segundo ele, a junta de médicos recomendou ao candidato ser mais comedido nos esforços de campanha nestes primeiros momentos fora do hospital.

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