Mariana Spinelli reflete pressão por ser mulher no esporte e avalia GETV: 'Liberdade de poder errar'

Jornalista da Globo está confirmada como reforço na cobertura da Copa do Mundo 2026

17 mai 2026 - 05h00
Mariana Spinelli, jornalista
Mariana Spinelli, jornalista
Foto: Reprodução | Instagram

A jornalista esportiva Mariana Spinelli, de 28 anos, está confirmada como reforço da Globo na cobertura da Copa do Mundo 2026. Com pouco mais de um ano na casa, a expectativa é grande para fazer bonito.

"Cara, eu estou bem ansiosa. É a minha primeira Copa masculina na cobertura. Já fiz a feminina da Austrália e [tudo isso acontece] nesse momento tão diferente da GETV. Acho que o lado positivo é que temos liberdade criativa. Então, estou com o coração profissional e de fã bem ansiosa", disse Mariana Spinelli, ao Terra.

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"Na GETV, você tem a liberdade de poder errar, acertar, corrigir, pensar, ousar. Então eles têm me dado muita liberdade, eu tenho curtido, me divertido trabalhando", continuou com empolgação.

Mesmo trabalhando em um braço da emissora mais flexível, a jornalista não nega que é impactada pela pressão de fazer jus ao espaço que ocupa, principalmente por ser mulher. "Sendo mulher, eu tenho responsabilidade de fazer por mim, mas fazer por outras também. Entendendo que eu tenho uma responsabilidade muito grande com a audiência, mas também com outras mulheres, com o nosso bonde."

'Sou nativa das redes sociais'

Mariana Spinelli, jornalista
Foto: Reprodução | Instagram

Quem acompanha Mariana Spinelli sabe que ela já esteve envolvida em alguns debates acalorados nas redes sociais. Um dos mais emblemáticos foi quando usou uma camiseta com a imagem de Taylor Swift editada no lugar do Sagrado Coração de Jesus. O caso ocorreu em março de 2026, durante a transmissão do futebol americano da NFL, em São Paulo, e, na época, ela foi alvo de uma moção de repúdio.

A jornalista não considera ondas de ódio algo tranquilo, mas, autodeclarada 'nativa das redes' e 'cronicamente online', ela desenvolveu suas ferramentas para lidar com isso da melhor maneira possível.

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"No fim das contas, eu cresci nesse meio. Então eu sou nativa, eu sou cronicamente online. Então eu vivo e eu já entendi mais ou menos a dinâmica das redes sociais. Claro, a gente tem que ter muita resiliência, porque a rede social é um campo aberto, mas eu tenho muita tranquilidade, terapia sempre em dia e, com isso, fico super tranquila".

Fonte: Portal Terra
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