Segundo um estudo, as pessoas trocam de carro a gasolina a cada 12 anos, mas quem tem carro elétrico troca a cada três anos

7 mai 2026 - 14h15
(atualizado em 8/5/2026 às 08h15)
Imagens | SEAT, Motorpasión, Peugeot, BYD, Citroën
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Foto: Imagens | SEAT, Motorpasión, Peugeot, BYD, Citroën / Xataka

A Europa almeja que 2035 seja o ano do fim prático dos carros novos a gasolina e diesel. O velho continente não está sozinho: Japão e Califórnia compartilham esse objetivo. Mas, de acordo com os resultados de um estudo, milhões de cidadãos só sentirão o impacto dos carros elétricos em meados do século.

Segundo um estudo da S&P Global, os proprietários de carros com motor a combustão tendem a mantê-los por mais tempo, ao contrário dos proprietários de carros elétricos, apesar do custo geralmente mais elevado.

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Proprietários de carros elétricos trocam de veículo a cada quatro anos, em média

A União Europeia pretende reduzir as emissões de CO₂ de carros novos em 90% até 2035, promovendo os carros elétricos, mas deixando espaço para híbridos, veículos com extensor de autonomia e modelos com motor a combustão associados a combustíveis sintéticos, biocombustíveis ou compensações industriais.

O Reino Unido fará o mesmo em 2030, o Japão em 2035, assim como a Califórnia, o principal mercado dentro dos Estados Unidos. O problema é que levará várias décadas para que se observe o impacto realmente significativo dessa medida, pois, em ambos os lados do Atlântico, a idade média dos veículos está se aproximando de 13 anos.

A S&P Global, uma consultoria especializada em análise econômica (responsável pela criação do índice S&P 500, por exemplo), estudou por quanto tempo os proprietários de veículos mantêm seus carros. O estudo revela disparidades significativas entre carros com motores de ...

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