Dizer Honda, Yamaha ou mesmo Ducati evoca imagens da MotoGP há anos. Mas... Kawasaki? Ela tem uma certa ligação com o campeonato mundial, pois participou e fracassou espetacularmente. Superbikes é uma história diferente, onde dominou com mão de ferro, conquistando títulos e até mesmo estabelecendo recordes.
Mas há uma pergunta que continua a rondar a mente de todos os fãs: como é possível que uma marca como essa não esteja na MotoGP? A resposta não é simples, mas é lógica.
A história de um fracasso: Kawasaki e MotoGP
Embora muitos se esqueçam ou simplesmente desconheçam, a Kawasaki de fato esteve na MotoGP. Não foi uma participação isolada, mas um projeto sério que durou cinco temporadas completas, entre 2003 e 2008, após uma entrada inicial como convidada em 2002. O problema é que sua trajetória na categoria principal nunca decolou... ou funcionou.
Para entender isso, precisamos olhar para o passado: a Kawasaki já competia há décadas e, desde o final dos anos 1960, estava presente no Campeonato Mundial. Nos anos 1970, conseguiu se consolidar como uma marca competitiva nas categorias intermediárias.
Sua filosofia era a de motocicletas potentes e agressivas, capazes de dominar, mesmo que nem sempre fossem as mais refinadas. Qualquer pessoa que teve uma Ninja homologada para as ruas naquela época sabe disso.
Esse DNA os impulsionou a dar o salto para a MotoGP quando o campeonato entrou em uma nova era. A transição das 500cc dois tempos para as 990cc quatro tempos no início dos anos ...
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