O Irã respondeu ao plano dos EUA para libertar os navios em Ormuz com uma abordagem diferente: uma que envolve drones, mísseis e a queima de navios

O Irã está demonstrando que consegue dificultar o trânsito sem uma grande frota convencional

6 mai 2026 - 11h09
(atualizado às 11h54)
Imagem de capa | USN
Imagem de capa | USN
Foto: Imagem de capa | USN / Xataka

Na década de 1980, no auge da Guerra Irã-Iraque, um petroleiro americano navegava pelo Golfo Pérsico quando um míssil atingiu seu casco sem aviso prévio. Durante horas, a tripulação lutou para manter o controle da embarcação enquanto ela queimava no meio de uma das rotas marítimas mais estratégicas do planeta, deixando uma cena que chocou muitos analistas: mesmo em corredores aparentemente "protegidos", um único ataque inesperado foi suficiente para transformar o trânsito comercial em uma operação de alto risco.

O plano e o início de uma nova fase

Nós noticiamos isso ontem. Os Estados Unidos lançaram uma operação para libertar os navios presos no Estreito de Ormuz, criando uma espécie de corredor "seguro" sem escolta, mas sob forte cobertura militar que inclui destróieres, porta-aviões, mais de 100 aeronaves e milhares de militares, com a intenção de restabelecer o fluxo comercial sem recorrer a escoltas diretas.

Publicidade

A iniciativa visava resolver uma situação que deixou dezenas de milhares de marinheiros à deriva e quase mil navios imobilizados, em um contexto em que Washington tenta equilibrar a pressão militar com uma solução diplomática, apresentando a operação como defensiva e coordenada com a indústria marítima para incentivar o trânsito gradual pela área.

A resposta iraniana

O Irã reagiu imediatamente e com força calculada, empregando uma combinação de drones, mísseis de cruzeiro e ataques de lanchas rápidas que transformam cada tentativa de trânsito num episódio de extrema ...

Veja mais

Matérias relacionadas

Publicidade

Como tirar manchas amareladas de camisetas causadas por mistura de desodorante e suor

"Agentes de IA vão te assediar": Jensen Huang acredita que a IA não vai nos substituir, mas fará algo muito pior

Viabilidade comercial do carro elétrico já pareceu sonho distante: este gráfico ilustra porque não é mais

O que acontece no seu cérebro quando você mistura café com cigarro — e por que essa dupla pode estar sabotando quem tenta parar de fumar

Henry Ford, o engenheiro que revolucionou a indústria, afirmou que "Um homem pobre não é aquele que não tem um tostão, mas sim aquele que não tem sonhos"

Curtiu? Fique por dentro das principais notícias através do nosso ZAP
Inscreva-se