A BYD confirmou que o novo Dolphin G DM-i faz parte dos planos para o mercado brasileiro. O hatch híbrido plug-in deverá chegar ao país com motorização flex, seguindo a estratégia da fabricante de adaptar seus futuros híbridos ao etanol, conforme divulgado pelo Mundo do Automóvel para PCD.
O modelo será uma alternativa ao atual Dolphin elétrico, apostando em uma combinação de motor a combustão e propulsão elétrica para oferecer maior autonomia e reduzir a necessidade de recargas frequentes.
Apesar do nome semelhante, o Dolphin G DM-i terá visual próprio. O hatch adota uma carroceria mais próxima dos compactos tradicionais, com 4,16 metros de comprimento e entre-eixos de 2,61 metros. Segundo a BYD, o porta-malas terá capacidade entre 425 e 1.225 litros com os bancos traseiros rebatidos.
O principal destaque está na tecnologia Super Hybrid DM-i. A expectativa é que o modelo utilize um motor 1.5 aspirado combinado a um motor elétrico dianteiro, com potência próxima de 212 cv nas versões convencionais. De acordo com a fabricante, a autonomia combinada poderá superar 1.000 quilômetros com bateria carregada e tanque cheio, números próximos do recém-lançado Atto 2.
Outro ponto importante envolve a fábrica de Camaçari (BA). O hatch aparece entre os modelos cotados para futura produção nacional, o que poderia ajudar a reduzir custos e aumentar a competitividade.
As primeiras projeções apontam preços entre R$ 130 mil e R$ 150 mil, posicionando o modelo entre os compactos eletrificados mais acessíveis do mercado. O lançamento europeu acontecerá nas próximas semanas. Já a chegada ao Brasil é esperada para 2027, destaca o portal Mundo do Automóvel para PCD.