Após a derrota do Internacional para o Athletico pelo placar de 1 a 0, na noite desta quarta-feira (28), no Beira-Rio, o treinador Paulo Pezzolano comentou sobre o cansaço do time colorado e o desafio de estrear no Brasileirão três dias após disputar um Grenal.
"Todos sabemos que depois de ganhar um clássico, depois de três dias e de um jogo muito intenso, é um jogo em que você deixa mais do que pode, vai sentir um pouco. Todos os jogadores hoje deram mais do que podem. Não pararam de correr, foram até o final, tivemos muitas oportunidades de gol, contra um time que defendia muito bem e fez um jogo perfeito, encontraram um gol rápido e saiu redondo como eles queriam" , disse em entrevista coletiva.
Pezzolano também falou sobre as substituições durante a partida e a entrada de Bruno Tabata no lugar de Carbonero.
"Alan Patrick jogou onde gosta de jogar, jogou de segundo ponta, e como meia pela esquerda e jogamos com Tabata como meia pela direita. Procuramos tirar o zagueiro deles, mas não conseguimos, pois eles deixaram as linhas bem baixas. Não soubemos encontrar a superioridade que gostaríamos. Carbonero fez um bom clássico, mas estava muito cansado, como falei os que jogam são os que estarão 100% fisicamente e mentalmente para jogar a partida. Depois ele entrou no segundo tempo e foi muito bem. Mas sabemos que vamos ter que trocar muitos jogadores. Alan Patrick hoje era para ter jogado menos tempo, eu deixei ele, pois é um jogador que tem muita qualidade", comentou.
Sobre a meta do time no Brasileirão, o treinador ponderou:
"É difícil, falar isso. É jogo a jogo, tem muitas variantes mentais, do campeonato e isso não posso falar. Mas temos um time para fazer as coisas irem bem, mas chegar a que lugar? Não sei. Mas temos um time para ir bem. Hoje era o que tínhamos para hoje. Sabemos que será um ano duro, inclusive do ponto de vista financeiro, e precisamos estar juntos. Fizemos o suficiente para ter mais sorte, mas o futebol é assim", concluiu.