O novo escândalo do futebol italiano envolve jogadores de Inter de Milão, Milan e Juventus. De acordo com o jornal Gazzetta dello Sport, principal veículo esportivo do país, os atletas são suspeitos de participação de um esquema de prostituição.
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De acordo com o Ministério Público de Milão, cerca de 70 pessoas são investigadas. Os nomes dos atletas estão em sigilo. Ninguém foi chamado para depor.
A agência de eventos Ma é acusada de "exploração e cumplicidade na prostituição". A empresa seria responsável por organizar festas de luxo com profissionais do sexo, que teriam parte do lucro, mas que são obrigadas a morar todas no mesmo empreendimento em Milão e pagar pelo aluguel.
Para evitar qualquer risco do exame antidoping, as festas aconteciam com o uso de óxido nitroso, conhecido como "gás do riso".
Segundo o jornal italiano, o esquema teria movimentada 1,2 milhão de euros (cerca de R$ 7 milhões).
O casal Emanuele Buttini e Deborah Ronchi e dois sócios foram detidos. Eles respondem por organização de serviços sexuais e lavagem de dinheiro.