Fifa vê como positiva Copa do Mundo com 48 seleções: 'A qualidade está lá'

Pentacampeão com o Brasil em 2002, Gilberto Silva destacou que início do torneio contraria percepção popular de que tamanho do torneio atrapalharia os jogos

21 jun 2026 - 21h49
(atualizado às 23h05)

O início da super Copa do Mundo de 2026, a maior edição do torneio e a primeira a reunir 48 seleções e ser disputada em três países-sede, está agradando a Fifa.

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Em coletiva de imprensa neste domingo, 21, o pentacampeão mundial com a seleção brasileira e membro do conselho técnico da Fifa nessa Copa, Gilberto Silva, destacou que a qualidade do futebol "está lá", contrariando a percepção popular.

Quando a edição foi anunciada, havia certo ceticismo se as mudanças no tamanho do torneio não impactariam a qualidade das partidas. Além do volume maior de jogos - com a fase mata-mata dos 16 avos -, as seleções também têm que percorrer grandes distâncias. Realizado entre Canadá, México e Estados Unidos, o mundial tem sedes afastadas por até 4.500 quilômetros.

A própria Fifa estava "com o pé atrás", disse Silva.

"O que temos visto até agora é que a qualidade está lá. Isso é ótimo para o torneio até aqui", destacou Silva.

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Campeão do mundo em 2022, o ex-volante é um dos 11 membros do Grupo de Estudos Técnicos da Fifa, responsável pelas análises das 104 partidas do campeonato. Sob o comando de Arsène Wenger, chefe de desenvolvimento global do futebol da Fifa, o grupo de treinadores e ex-jogadores de seleções nacionais está observando as partidas para identificar tendências e inovações táticas do esporte.

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