Árbitro relata agressões na súmula após Vasco e Vitória na Copa do Brasil

Matheus Delgado Candançan fez fortes acusações sobre dirigentes do Cruz-Maltino no intervalo do confronto em São Januário

27 ago 2026 - 13h53
(atualizado às 13h53)
Resumo
O árbitro Matheus Candançan relatou na súmula agressões verbais e tentativas de intimidação de dirigentes do Vasco no duelo contra o Vitória, pela Copa do Brasil. A revolta ocorreu no intervalo, motivada por decisões polêmicas como a expulsão de Barros e um pênalti não marcado. Segundo o documento, membros da comissão e da diretoria, incluindo o diretor técnico Felipe, tentaram furar o bloqueio policial para confrontar a arbitragem de forma hostil.
Felipe foi denunciado por Matheus Candançan na súmula-
Felipe foi denunciado por Matheus Candançan na súmula-
Foto: Matheus Lima/Vasco / Jogada10

O árbitro Matheus Delgado Candançan, responsável por apitar o duelo entre Vasco e Vitória realizado na quarta-feira (26) pela Copa do Brasil, registrou na súmula oficial do confronto diversas agressões verbais e tentativas de intimidação praticadas pela diretoria do clube cruzmaltino. Isto foi logo após decisões polêmicas ocorridas durante o primeiro tempo.

Durante a etapa inicial da partida, os vascaínos reclamaram veementemente de um pênalti não marcado. O lance em questão é após uma jogada em que a bola chutada por Spinelli bateu na mão de Cacá. Além de contestarem a expulsão do atleta Barros logo nos minutos iniciais.

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Assim que Candançan e sua equipe iniciaram o trajeto de descida para o vestiário, vários dirigentes abordaram o trio de arbitragem de maneira hostil.

Felipe foi denunciado por Matheus Candançan na súmula-
Foto: Matheus Lima/Vasco / Jogada10

Conforme detalhou o árbitro no documento oficial, o episódio começou quando o coordenador de performance do Vasco, Daniel Félix. Ele interceptou os profissionais de forma grosseira e ofensiva, enquanto gesticulava com o dedo em riste e bloqueava a passagem rumo ao vestiário.

Logo em seguida, segundo o relato de Candançan, outros integrantes da comissão e da diretoria vascaína avançaram em direção ao trio, enquanto o diretor técnico Felipe demonstrava forte exaltação.

A súmula apontou especificamente a participação do treinador de goleiros Nelcirio Franchin, do diretor executivo de futebol Admar Lopes e do diretor técnico Felipe, que tentaram forçar a passagem pelo cordão de isolamento policial de maneira agressiva e reiterada com o claro objetivo de confrontar os oficiais da partida.

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