A ausência de Endrick na estreia do Brasil na Copa do Mundo de 2026 chamou a atenção de torcedores e jornalistas. Após o empate por 1 a 1 com o Marrocos, neste sábado, 13, o técnico Carlo Ancelotti foi questionado sobre o motivo de não ter utilizado o atacante, mas evitou comentar decisões individuais.
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Em entrevista coletiva, o treinador italiano desviou da pergunta e preferiu fazer uma análise coletiva da atuação brasileira.
"Eu não estou aqui para falar individualmente de um jogador, falo da equipe. A equipe no primeiro tempo não jogou bem, no segundo tempo foi melhor. Tivemos algumas oportunidades. Temos de acertar mais."
Endrick ficou entre os reservas durante toda a partida e não foi acionado por Ancelotti, mesmo com o Brasil buscando a vitória na reta final do confronto.
A opção chamou a atenção porque o atacante vive bom momento com a camisa da Seleção. No último amistoso antes da Copa, contra o Egito, ele marcou o gol da vitória brasileira. Ao todo, Endrick soma cinco participações diretas em gols pela equipe principal: são quatro gols e uma assistência.
O dado ganha ainda mais relevância porque todas as participações do atacante aconteceram em momentos de dificuldade para a Seleção. Sempre que contribuiu com gols ou assistência, o Brasil estava empatando ou perdendo no segundo tempo da partida. Em todas essas ocasiões, sua participação foi determinante para evitar uma derrota ou garantir uma vitória.
Apesar do histórico recente, Ancelotti optou por outras alternativas ofensivas diante do Marrocos. O empate deixou o Brasil com um ponto no Grupo C da Copa do Mundo.
Na próxima rodada, a Seleção enfrenta o Haiti em busca da primeira vitória no torneio. Endrick, novamente, surge como uma das opções para mudar o panorama ofensivo da equipe.