Filho de Felipe Melo conta como é a responsabilidade de jogar pelo Fluminense

Jovem Davi Melo é volante como o ex-jogador e teve seu primeiro jogo como profissional no Tricolor carioca

20 fev 2026 - 14h07
Davi Melo com o pai Felipe Melo –
Davi Melo com o pai Felipe Melo –
Foto: Marina Garcia/Fluminense / Jogada10

Agora integrado ao elenco profissional do Fluminense, o volante Davi Melo, de 20 anos, lida diariamente com as expectativas em torno do sobrenome que carrega. O jovem, filho de Felipe Melo, detalhou os desafios e a pressão de atuar no Tricolor sob a sombra do pai.

Embora reconheça que a cobrança é inerente ao futebol, Davi admite que o parentesco amplifica os olhares sobre seu desempenho.

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O jogador revelou ao ge.com que mantém diálogos constantes com o pai para equilibrar a herança familiar com seus próprios objetivos de carreira.

"A pressão eu acho que sempre vai ter, até pelo jogador que meu pai foi, mas eu converso muito com ele, a gente conversa muito, e é lógico que eu vou continuar o legado dos 'Melos'. Mas quero criar a minha trajetória, criar o meu nome", afirmou o volante.

Davi Melo com o pai Felipe Melo –
Foto: Marina Garcia/Fluminense / Jogada10

Além do apoio emocional, Felipe Melo atua como um mentor técnico rigoroso na rotina do filho. Davi descreve essa relação como uma parceria de aprendizado mútuo e constante evolução profissional.

"É uma interação igual a de todos os pais (com os filhos), eu acho. Sempre depois de treino, depois de jogo, a gente senta para ver os vídeos. Ele fala onde eu tenho que melhorar, o que eu acertei, mas é uma crítica construtiva. É mais para me ajudar, para ver melhora em cima. As críticas dele são saudáveis, sim", completou.

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A estreia no profissional do Fluminense

Cria das categorias de base (sub-17), o volante alcançou um marco definitivo em sua trajetória no dia 17 de janeiro deste ano. Ele entrou em campo pela primeira vez como profissional no duelo contra o Boavista, pelo Campeonato Carioca.

Davi relembrou a ansiedade que antecedeu o momento em que o auxiliar Maxi Cuberas o convocou para o jogo.

"Foi um dia de muita felicidade para mim e para minha família. Eu estava bem nervoso no dia, acordei e já estava com a esperança de estrear. Na hora do jogo, estava uma gritaria do caramba, aí o Max me chamou e deu um frio na barriga. Eu estava nervoso, mas graças a Deus pude estrear bem. Nas primeiras participações ali, o passe foi meio forte, rápido, mas depois fiquei mais tranquilo", celebrou o jovem.

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